Volta às aulas presenciais: cuidados

Escolas ao redor do mundo estão se adequando para a volta às aulas presenciais. Não é de hoje que os professores se organizam para que o ambiente seja o mais seguro possível: em aula online ou presencial. Para isso, listamos abaixo algumas medidas higiênicas e de proteção que tornarão as aulas presenciais um ambiente mais seguro para todos: 

  • Retirar os sapatos e deixá-los na porta;
  • Lavar as mãos antes e depois de entrar na casa do aluno;
  • Uso de máscara por todos durante todo o tempo de aula, cobrindo queixo e nariz;
  • Trocar a máscara a cada três horas (entre uma aula e outra ou após espirrar); 
  • Dar preferência aos locais mais arejados, com as janelas abertas para a circulação do ar, evitando o uso do ar-condicionado; 
  • Notificar os responsáveis caso o aluno/ professor esteja com sintomas de gripe;
  • Evitar compartilhamento de materiais e, caso seja necessário, higienizar tudo com álcool antes e após devolução.

Aproveitando o tópico, vale lembrar que, mesmo antes da pandemia, algumas regrinhas já faziam parte da T&F e não eram relacionadas a saúde apenas, também com a segurança e conforto de todos. Veja abaixo:

  • Verificar com os responsáveis se o aluno possui alguma alergia;
  • Quando trabalhando com crianças de até 8 anos, evitar o uso de materiais pontiagudos, optando por tesouras sem ponta, por exemplo;
  • Preferir a utilização de bexigas em vez de bolas de verdade, quando em ambientes internos;
  • Manter as unhas dos professores aparadas para não machucar os alunos menores;
  • Se atentar às atividades com água para não haver o risco de escorregarem -estas devendo ser realizadas do lado externo ou em local apropriado;
  • Não apresentar materiais tóxicos ou não recomendados pelo fabricante para crianças menores de três anos (cola quente, fixadores permanentes, produtos químicos, tintas que não sejam a base d’água, dentre outros).

O que mais você adicionaria a esta lista? 🙂

Formas de usar plataformas de streaming como uma ferramenta de aprendizagem

[Importante:  Se já possui nível intermediário ou superior, recomendamos ler o texto em inglês.]

Couch Potato Delivery - Página inicial | Facebook

O entretenimento sempre fez parte de nossas vidas, mais ainda desde que nosso estilo de vida se tornou mais caseiro. À medida que a quarentena perdura, a sétima forma de arte desempenha um papel importante em nossa sensação de bem-estar, então decidimos aproveitar isso como uma oportunidade para criar um vínculo mais forte com a linguagem e a comunicação. Já que ver televisão não sai de moda, vamos abusar de seus benefícios o melhor que pudermos e aprender formas de usar plataformas de streaming como uma ferramenta de aprendizagem! 

Quer você prefira Netflix, HBO Go, Amazon Prime, Disney Plus, Hulu ou Youtube TV, essas dicas o ajudarão a obter algo mais desta atividade. 

A primeira coisa que qualquer estudante de idioma deve fazer: definir sua plataforma de streaming para o idioma de destino, claro. Ouvir é essencial. Então, temos as legendas. Você pode configurá-los em nossa língua materna. – A menos que você tenha tempo para assistir ao filme ou episódio duas vezes seguidas: a primeira vez com legenda em português e a segunda vez com legenda em inglês. É como andar de bicicleta com rodinhas: vai te ajudar muito no começo, mas um dia você vai ter que tirar as rodinhas. Isso significa assistir com legendas em inglês.

Agora, se você já está um pouco mais à frente nos “hacks” para aprender sem esforço, provavelmente já assiste seus programas favoritos com legendas e áudio em seu idioma de destino. Então, essas se tornam as rodinhas da bicicletas para você. Dê um passo para trás e reflita. Você se acostumou? Pode aumentar o nível de dificuldade e se desafiar para crescer? Se puder, provavelmente deveria. É hora de tentar “sem legendas”.

Outro desafio divertido é escolher programas de diferentes países, que terão sotaques diferentes; ou gêneros que você não costuma consumir, para fins de expansão de vocabulário. Você só assiste a animações, mas gostaria que algum conteúdo mais diversificado se juntasse à conversa sobre racismo estrutural? Assista Dear White People and Self Made na Netflix. Quer melhorar sua compreensão de sotaque e redação poética? Vá para Anne with an E e prepare-se para a onda de emoções e reconecte-se com sua criança interior. Quer viajar, mas não pode? Documentários e séries de viagens. Sentiu falta de passar mais tempo na natureza? Eu tenho ótimas notícias para você! Dancing with the Birds trará o brilho de volta aos seus olhos com sua natureza requintada e voz peculiar.

  • E para nossa sugestão final, você precisará de um parceiro. E caneta e papel. Ou talvez um arquivo compartilhado em seu editor de palavras preferido. Escolha um amigo que também quer praticar o mesmo idioma e um filme ou programa com o qual ambos possam se identificar, assim vocês colherão o máximo de benefícios. Em seguida, defina algumas regras, ou melhor, diretrizes para este experimento. Anote todas as novas palavras e expressões e use o botão de pausa quando precisar, para não perder nada. É uma boa ideia ter seu colega em uma chamada, seja apenas vídeo ou áudio, para que você possa comentar enquanto assistem. Faça pequenos painéis de discussão após os episódios, ou semanalmente, se já estiver fazendo parte de sua rotina. Explore o comentarista e o crítico dentro de você. Comente sobre qual personagem você mais se identifica e qual você menos gosta. Analise as falhas nos arcos do personagem e as problemáticas em seus relacionamentos. Anote as expressões que você gosta e use-as no pós-bate-papo. Extraia lições que você pode levar para situações da vida real.

Estas são algumas dicas para tornar o seu tempo diante de uma tela mais frutífero e leve! 

Gostou desta leitura? Você tem alguma sugestão? O que você vai tentar primeiro? Deixe sua opinião nos comentários!

Traduzido por: Teacher Tali

Using Streaming Platforms as a tool for learning

[Spoiler: There’s a link with translation of this text here

Couch Potato Delivery - Página inicial | Facebook

Entertainment has always been a part of our lives, and more so since our lifestyle has shifted to a more homebound one. As quarantine lingers, the seventh art form plays an important role in our sense of well being, so we’re deciding to take that as an opportunity to create a stronger bond with language and communication. Since being a couch potato is in, let’s reap its benefits the best we can and learn how to use streaming platforms as a tool for learning!

Whether you prefer Netflix, HBO Go, Amazon Prime, Disney Plus, Hulu or Youtube TV, these tips will help you get something valuable out of the couch potato imposed trend.

The first thing that any language learner should do: set your streaming platform to your target language. That goes without saying. Listening is the utmost. Then, we have the subtitles. You can set them in our mother language. Unless, that is, you have the time to watch the movie or episode two times in a row: the first time with subtitles in Portuguese and the second time with subtitles in English. It’s like riding a bike with training wheels. It will help you a lot in the beginning, but someday you will have to take the training wheels off. That means watching it with English subtitles. 

Now, if you are a little further along the path of life hacks for learning effortlessly, you probably already watch your favorite shows with the subtitles and audio in your target language. So those become your training wheels. Take a step back and reflect. Have you grown accustomed to it? Can you increase the level of difficulty and challenge yourself in order to grow? If you can, then you probably should. It’s time to give ‘no subtitles’ a try and keep using the streaming platforms as a tool for learning.

Another fun challenge is picking shows from different countries, which will depict different accents; or genres you don’t usually consume, for vocabulary expansion purposes. Do you only watch animations, but would like some more diverse content to join in the conversation about structural racism? Watch Dear White People and Self Made on Netflix. Want to improve on your accent understanding and poetic wording? Go for Anne with an E and brace yourself for the wave of emotions and reconnecting with your inner child. Want to travel but can’t? Travel series and documentaries. Miss spending more time in nature? Oh boy, do I have some good news for you! Dancing with the Birds will bring the glimmer back to your eyes with its exquisite nature and quirky voice over. 

  • And for our final suggestion, you will need a partner. And pen and paper. Or perhaps a shared file on your preferred word editor. Elect your language buddy and pick a movie or a show that both you can relate to, that way you’ll reap the most benefits. Then, set some rules, or rather, guidelines to this experiment. Write down all new words and expressions, and use the pause button when you need to, so you don’t miss anything. It’s a good idea to have your mate on a call, either video or audio only, so you can comment as you go. Do little discussion panels after the episodes, or weekly, if you’re making it a part of your routine. Explore the commentator and the critic inside you. Comment on what character you identify with the most, and which you like the least. Analyze the flaws in the character’s arches and the problematics in their relationships. Note down the expressions that you like and use them in the after chat. Extract lessons that you can take to real life situations.

These are some tips for making your time in front of a screen more fruitful and light! Did you enjoy the reading? Do you have any suggestions? What are you going to try first? Let us know in the comments!    

Written by: Teacher Lauren

Pequenos hábitos aliados ao aprendizado de idiomas

Desde março de 2020, quando nos vimos diante de um cenário dependente de internet e exagerado em hábitos baseados em tecnologia, detectou-se uma carência grande no sentido de compreender quais são nossos reais prazeres. Sem a possibilidade de sair de casa para visitar shoppings, parques, familiares ou atrações turísticas, a grande maioria das pessoas se viu buscando alternativas até então inimagináveis. Nunca se viu tanta gente se aventurando na arte da panificação, da costura, da atividade física autônoma… e do aprendizado de idiomas.

13 meses se passaram, e nos vemos ainda em configuração semelhante, embora com menos energia para as atividades tão inovadoras experimentadas. Para um aprendizado mais prazeroso de idiomas, vamos listar algumas táticas que podem ser bastante eficientes se colocadas em prática no nosso dia-a-dia:

  1. Fale em voz alta. Finja que está ganhando um prêmio, faça de conta que está participando de uma reunião de trabalho, imagine que está finalmente conseguindo ver seu ídolo frente a frente. Se houve algo que veio para ficar é a conversa com uma tela, o “falar com as paredes”. Experimente em outra língua. Ninguém vai te julgar e, quando chegar a hora, você sentirá menos desconforto.
  2. Anote palavras importantes ou interessantes. Nossos novos hobbies trouxeram para a nossa rotina uma série de palavras e expressões novas. Por quê não registrá-las? Se você for um aluno visual, vai anotar algumas vezes e então encontrará uma forma de usar esse vocabulário em um e-mail ou, se for um aluno auditivo, poderá identificá-lo em um vídeo.
  3. Cante. Como apontamos acima, o falar alto é recomendado e importante. As músicas funcionam como ótimas ferramentas. Muitas vezes, nem é necessário compreender a mensagem da música, mas o fato de movimentar os lábios e exercitar a pronúncia de um idioma diferente destrava alguns bloqueios ou dificuldades que podemos ter, além de que “quem canta, seus males espanta.”
  4. Busque mais daquilo que te interessa. Seja uma receita, horóscopo, notícias, compras, lançamento de produtos no mercado… quem foi que disse que a leitura precisa ser de um livro enorme que, por fim, pode frustrar aquele que não consegue entender cada palavra? Fique atento àquilo que te interessa, e busque pequenos textos a respeito disso em outro idioma. Você pode se identificar mais com o assunto e, dessa forma, o idioma deixa de ser visto como uma necessidade ou obrigação, e passa a ser uma porta para muitas novidades dentro daquilo que você gosta de fazer.

Novamente, a recomendação é apenas fazer o máximo para se manter saudável, mente e corpo. Reduza a autocobrança e a pressão colocada em si mesmo, inclusive na prática de um segundo idioma. Experimente se divertir mais do que buscar resultados, e você verá que as possibilidades são infinitas, além de os resultados serem muito mais eficazes. 

Divida as curiosidades com pessoas queridas e conte pra nós o que acha. Nós estamos sempre dispostos a conversar, aprender e ensinar!

By: Bruna Bertolete

10 DICAS DE ESTUDO para quem está começando a aprender inglês!

Aprender um novo idioma requer organização e disciplina. No começo, pode parecer difícil sair da nossa zona de conforto e colocar o pé na estrada do aprendizado. Neste post, te daremos 10 dicas de estudo para você, que está começando a aprender inglês, iniciar e manter uma rotina de consistente.

1- Programe um horário para estudar. Separe no mínimo 10 minutos por dia para seus estudos. Faça isso pelo menos 4 vezes por semana. Nos dias que puder estudar por mais tempo, estude!

Você pode usar livros, vídeos, sites, podcasts, etc. Tudo o que puder consumir no idioma que está estudando conta como tempo de exposição e estudo.

2- Comece usando o que você tem à mão. Escolha 1 aplicativo que se encaixa no seu perfil de aprendizado e passe a usar todos os dias. Pode ser um app grátis de ensino de idiomas ou jogos. O mais importante é que esse app seja divertido e te ajude a praticar todos os dias.

3- Listening! Comprometa-se a, durante os próximos seis meses, ouvir músicas apenas no idioma que está aprendendo. Seja no rádio, apps de música, Youtube… É necessário expor nossos ouvidos ao idioma alvo de nossos estudos, isso nos ajuda tanto a ouvir melhor durante as aulas e conversas quanto na articulação da fala. Dica extra: tenha um caderno, selecione uma música por semana para transcrever, você ouve e vai escrevendo o que consegue entender, ao terminar procure a letra da música online e compare, sem traduzir.

5- Notícias. Mesmo nos níveis mais iniciantes é possível encontrar notícias online para nos mantermos atualizados, sempre usando o idioma que estamos aprendendo. É importante nos acostumarmos com a leitura desde o início de nossos estudos.

6- Séries. Você gosta de assistir séries? Use e abuse dos serviços de streaming disponíveis, escolha sua série favorita e assista pelo menos a um episódio por semana. Você pode assistir com legenda em português (níveis básicos), com legenda em inglês (níveis intermediários), ou sem legenda (níveis avançados). Dica extra: tenha um caderninho ou use o bloquinho de notas do celular, e vá anotando palavras desconhecidas para buscar no dicionário depois ou tirar dúvidas durante a aula. É importante limitar ao mínimo possível conteúdos em outros idiomas, e ao mesmo tempo, aumentar o máximo possível a exposição a conteúdos no idioma que está aprendendo.

7- Durante a aula: Certifique-se de estar em um local bem iluminado, silencioso e livre de interferências externas. A família deve colaborar e estar ciente de que você precisa de concentração e sossego durante a aula, para que tenha bom rendimento. Não se esqueça de pegar um caderno, lápis ou caneta, borracha. Ah, tenha sempre uma garrafinha de água: Falamos muito durante a aula e isso pode dar a sensação de boca e garganta seca. 

8- Após a aula: procure fazer um resumo da aula, pode ser por escrito ou por áudio, reforce o conteúdo novo aprendido durante a aula repetindo vocabulário e palavras cuja pronúncia precisa ser trabalhada. Faça uma reflexão e peça dicas de como e onde buscar conteúdos relevantes relacionados ao conteúdo aprendido. 

9- Gadgets, redes sociais, tecnologia: mude o idioma do celular/tablet/computador para o idioma que está aprendendo! Dessa forma você poderá praticar, mesmo sem pensar no assunto. Troque também o idioma das suas redes sociais e sites mais usados. 

10- Forme um grupo de conversação com amigos. Esse grupo pode ser montado com ou sem a ajuda da sua professora. Converse com amigos e marque encontros (virtuais, ou quando possível, presenciais) onde por pelo menos 1 hora todos os presentes devem se comunicar apenas em inglês, sem correções, apenas se preocupando em usar o idioma o máximo possível.

Selecione as dicas que fazem mais sentido pra você nesse momento e comece a aplicá-las imediatamente. Quando uma nova tarefa já estiver confortavelmente incorporada à sua rotina,  vá incorporando novas ações que te ajudem a chegar mais perto do seu objetivo. Alterne ações que gosta muito e outras que gosta pouco para que não entre na monotonia.

Espero que tenha gostado dessas 10 DICAS DE ESTUDO para quem está começando a aprender inglês! Compartilhe com os amigos! Você já faz algumas dessas coisas? Tem outras dicas interessantes? Compartilhe conosco nos comentários!

Bons Estudos!

Vanessa Viana 

Using TikTok in ESL teaching world

  1. Why TikTok?

Social media platforms are fast becoming one of the best ways to learn a language, and TikTok is no different. So, why using TikTok in ESL Teaching? TikTok is a fun resource for listening to natural speech and hearing accents. Not to mention the amount of snippets of grammar and vocabulary you can also find.

  1. How to engage students?
  • Assign your homework there (videos are just 15 second long and don´t have to be shared publicly);
  • It´s possible to create a closed classroom group and share your videos there;
  • Create your own teaching video to explain some of the language concepts (sts will be able to watch it over and over again in case they didn´t grasp it from the first time);
  • Several examples of assignments you can implement, using TikTok in ESL Teaching:

Assignment 1: Have students identify promoted content in their TikTok feed

Ask students to identify sponsored content in their existing social media feeds. How advertisers target them.

Assignment 2: Create a 15 second “explainer” video on a life-hack

  1. Be careful
  • On TikTok, you can “duet” with another person, meaning react to another person’s TikTok (that will display as something like a split screen). And it can be used for bullying purposes. To prevent it users can turn off those features before someone takes advantage of them;
  • Younger children on TikTok will sometimes try to emulate older kids and teens. They might lip-sync to songs with mature or inappropriate lyrics, dance in provocative ways, or appear scantily clad;
  • TikTok has its dark corners, including adults-only hashtags, which might flag highly sexualized content, or self-harm videos.

Top five TikTok accounts to learn English

1. @letsspeakenglish   2. @enamoradalina   3. @marisolesquiveldlc     4. @how_to_british 5. @teacherluke

Text by: Anastasiia Lytvynenko

Como se sair bem em exames de proficiência

Mais um ano se inicia, e com ele, a vontade e ou mesmo a necessidade de novas conquistas e desafios batem à porta de muitos. Para quem já estuda inglês e deseja alçar vôos mais altos – como aplicar para uma universidade em outro país, ou mesmo prática para desenvolver ainda mais confiança e experiência e checar o domínio sobre a língua -, os exames de proficiência são uma ótima escolha. Eles atestam sua capacidade nas quatro habilidades:  escrita, conversa, leitura e escuta, além de serem aceitos por mais de 20 mil universidades, empregadores e governos no mundo todo! Masss… como todas as provas, os exames de proficiência tem lá seus segredinhos para você se dar bem! Não basta ser apenas craque na conversação, gramática e escrita, existem  algumas  estratégias para se dar bem e atingir o passing grade. Check it out!

1. tempo, tempo, tempo…

Ah, o tempo… Você o controla ou é o contrário? Pois saiba que para finalizar todas as partes  do teste e checar suas respostas, será necessário que você gerencie muitíssimo bem o seu tempo para concluir a parte escrita.

2. Já explicou alguma coisa hoje?

Escolheu um novo passatempo? Prefere ver uma série em casa em vez de ir ao cinema? Então, prepare-se para explicar e justificar suas escolhas e opinião sobre sua vida e questões pessoais. É muito provável que sua capacidade opinativa, descritiva e escolhas e opinião sobre o mundo seja testada. Uma observação crítica, pessoal e articulada com certeza será de grande valia no momento de testar seu speaking!

3Seja obediente!

Nas tarefas escritas,você deverá atender exatamente aos pedidos que estão ali!  Não escreva menos ou ultrapasse a quantidade de palavras permitidas. Ah, atentar-se ao formato de seus textos também fará toda a diferença. Vai escrever uma reclamação? Ou seria um cartão postal? Atente-se à formalidade ou informalidade que o formato requer.

4. Internet: Use a seu favor!

Existem recursos incríveis no mundo virtual para que você obtenha prática e se familiarize com o formato do teste! O próprio site de Cambridge disponibiliza mock tests para que você sinta o gostinho de como seria o teste da vida real! Tenha o hábito de treinar diariamente exercícios de formação de palavras, expressões e verbos frasais.

5. A prática leva a uma alta pontuação.

Não, não é clichê! Quanto mais você pratica algo, maiores serão suas chances! Estude com @  teacher. Leia muito. Preste atenção nas letras de músicas e legendas.  Explore sotaques distintos… vá com tudo, e nos conte como foi sua experiência!

Por: Paula Alves, teacher da Tali and Friends especialista em ajudar kids and teens a atingir os melhores resultados em exames!

Aprendendo inglês através da arte


A arte é uma ferramenta fantástica na aquisição conhecimento, pode e deve ser trabalhada com qualquer idade; conhecendo os interesses e habilidades do(s) aluno(s), seu uso torna-se ainda mais efetivo na construção do aprendizado. Aqui contamos com verdadeiras artistas, as melhores professoras de inglês, especialistas também em educação artística. Veja porque amamos esta ferramenta aliada ao ensino de inglês para crianças e usamos muito em nossas aulas particulares de inglês. ?
A arte como ferramenta no aprendizado é:

       – atividade lúdica, interessante e relaxante, facilitando a aquisição de novos conteúdos;

       – uma forma inusitada de explorar diversos tema;

       – boa maneira de despertar o interesse dos alunos;

       – forma de criar um vínculo entre aluno-professor, facilitando a troca de conhecimentos.

  • Por que utilizar a arte no ensino?

      – Amplia o interesse e envolvimento do aluno;

      – Ajuda a lidar com situações de estresse e ansiedade;

      – Desenvolve a percepção, noções de espaço, artes visuais, criatividade, relacionamento interpessoal e outras habilidades.

Aqui na Tali and Friends – escola de inglês, todas as atividades -incluindo artísticas, é claro- devem ser:

       – sustentáveis

       – divertidas  

       – alinhadas ao tema central da aula, viabilizando o uso prático do idioma trabalhado

Teacher Iri arrasando em nosso workshop de tintas ecológicas

É normal que alguns alunos fiquem mais quietos durante as atividades, pois estão se concentrando; nessas horas, o professor irá buscar “puxar papo” sobre assuntos do interesse da criança, sobre o desenho ou, excelente técnica no ensino de inglês para crianças, colocar uma música e cantarolar junto.

      O foco não é fazer uma obra de arte, mas se divertir enquanto aprende inglês! Sabemos também da importância de valorizar a obra do aluno, comentando, elogiando o processo (não apenas o resultado) de maneira coerente e dando algumas dicas, quando há abertura.

Luli, aos 3 anos, explorando seus dons artísticos enquanto aprende inglês com nossa Teacher.

Ensinar crianças com dificuldade de aprendizado

“Nossa sorte é não sermos feitos do que os outros pensam”

Texto desenvolvido em parceria com nosso psicólogo, Dr. Carlos Alberto Rodrigues.

Nossa equipe especializada em aulas particulares para crianças constantemente recebe ligações que começam com algo assim: “Será que vocês vão conseguir ajudar a gente? Precisamos de uma professora preparada… Vou contar o que acontece.” Ouvimos, felizes e confiantes de que esta é a oportunidade para iniciar mais um lindo caminho de aprendizagem.

Para pensar novas idéias, temos que, antes de tudo, desarmar nossas idéias feitas, e assim, olhar para o aluno como um SER, com as capacidades cognitivo-emocionais peculiares às suas experiências.  Na visão médica, existe um remédio para quase tudo, inclusive para questões emocionais; nas educacionais, qual é o remédio, quando o professor se vê numa saia justa, fora de sua zona de conforto, encarando um comportamento novo, especialmente com condutas emocionais inesperadas?

Em função da atual e constante necessidade de se ter uma precisão diagnóstica para cada comportamento tido como atípico, desenvolvemos certo medo de lidar com o desconhecido. O medo pode criar defesas e obstáculos na relação, por isto tende a inibir a criatividade do professor: o medo nos faz sentir presos no problema em si, e não na liberdade do relacionamento professor-aluno, ao mesmo tempo que os recursos a ser utilizados dependerão da base deste relacionamento.

Em um de nossos workshops inesquecíveis com o Dr. Carlos Alberto Rodrigues, referência em psicopedagogia, nossas professoras tiveram os olhos vendados, bocas “coladas”, mãos amarradas… Pudemos entender, por alguns minutos, o que é conviver com estas adversidades enquanto tentávamos desempenhar as atividades propostas. Dificuldades de leitura e cognitivas podem ser experimentadas pelo professor quando este tenta aprender um novo idioma, ou ler um texto em um idioma que não domina mais que poucas palavras. Qual a sensação? O que atrairia sua atenção para este material?

Igualmente, em nossas aulas de inglês particulares ou em grupo, trabalhamos com uma grande quantidade de variações comportamentais, desde alunos que amam as aulas, outros que estão tímidos, os que estão “de saco cheio todo dia”, casos leves, moderados e severos de autismo, alunos fora do padrão neurotípico ou físico típico, dentre outros perfis. Como lidar com cada criança, adolescente, cada ser que passa pelas nossas vidas, deixando marcas positivas neles e em nós? Como tornar o aprendizado leve, apesar de possível falta de conexão inicial entre os envolvidos?

Olhar para o aluno como um SER, agir com acolhimento e aprendizagem, colocar-se (muitas vezes, quase que literalmente) no lugar do outro, escutar e har com atenção, interesse e livre de julgamentos, devem ser os primeiros passos para a construção de qualquer relacionamento e, sem esse, dificilmente o aprendizado significativo será possível.
É como disse Carl Jung há muito tempo: Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.

A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO NO APRENDIZADO

Quando aprendemos algo, como realmente sabemos que aprendemos? Como podemos ter certeza de que temos uma habilidade ou conhecimento? 
O processo de aprendizagem corresponde ao propósito que temos, consciente ou inconscientemente. Encontramos em nós mesmos um senso de direção e, intuitivamente, somos guiados por nossa performance. Quanto mais nos aproximamos dessa expectativa particular, mais dizemos e sentimos “Estou aprendendo”.
Uma avaliação é, antes de tudo, uma forma de medir o quão próximos estamos desse objetivo construído dentro de nós.
O desejo é o verdadeiro gerador desse misterioso senso de direção. Sem desejar alcançar algo, uma avaliação é apenas uma forma de comparar coisas que não compartilham nenhuma base.
Isso explica um desafio comumente enfrentado por professores: É possível gerar um desejo específico em outro indivíduo? Ora, geralmente esse é o papel de um BOM professor. Uma vez feito isso, um caminho surge, livre para ser explorado. Se isso não puder ser feito, então o professor, infelizmente, estará conversando com uma memória esquecida, que não sabe por que está aprendendo ou onde quer chegar.
A avaliação pode ser traduzida em: “ei, você realmente quer fazer isso?” ou “Estamos caminhando na direção correta?”

Embora as avaliações sejam formas de medir um certo grau de habilidade ou conhecimento, está claro que alguns métodos podem contribuir drasticamente tanto para a avaliação quanto, mais importante, para a descoberta e/ou definição de prioridades durante o processo de aprendizagem. Ou seja, ter uma plataforma conceitual que ajude o aluno a entender o quão perto está do seu objetivo, além de gerar engajamento, também acelera o aprendizado, com maior nível de desenvolvimento. Perguntas como “Como você saberá que realmente atingiu seu objetivo? e “De zero a dez, o quão próximo está de seu objetivo?” podem ser um bom termômetro, além das avaliações gramatical e oral, propriamente.

By: Teacher Lidi

Tintas Ecológicas

Tali and Friends cares very much about the garbage we generate for the environment and especially with the material used by our students. We know that, besides kids’ security, we must set an example of how to take care of our planet and harness its resources in a sustainable way.

That’s why we invited Carol Daniele, from Arumã Brazil, to teach us how to create ecological paints, with ingredients that we h/usually ave in our homes! In addition to great fun is a project that teaches children much more than art.

Just take a look at the recipes we separate and our comments! 🙂

Ingredients:
Turmeric (Saffron)
Urucum (Colorau)
Cinnamon
Powdered grape
Cabbage water
Sodium bicarbonate
Beetroot water
Spinach water
Cooked carrot

Base for ink with seasonings and vegetables:
flour and salt – gives a better consistency to fix on the paper.
the ratio is 1/1 – if you make a spoonful of wheat flour, put a spoonful of salt.
the ink lasts 4 days in the refrigerator.

Preparations
First, we make a liquid with the vegetables. Ex: cook the cabbage with little water and use that water that will be purple. 1/3 boiled cabbage gives a bottle of liquid.
If we add baking soda to the liquid it changes tone (Blue, greenish)
This liquid is a base to mix with flour and salt and make the paint.
The blender accelerates the process, but if you have the time, you do not have to use

  • The beetroot releases paint quickly. We can put it cut into a pot with water that soon drops the paint (do not need to peel off).
  • Urucum seed – strip the paint with alcohol instead of water.
  • The alcohol base does not need flour and salt.
    “To get the paint out of the carrot we need to use the blender, then we’ll have it.”

Why we should give up on glitter

Do you still use common glitter?

We agree: IT IS BEAUTIFUL. Bright, colorful, pure joy … However, did you know that this seemingly harmless material is actually quite dangerous to other beings and even to ourselves?

It is unanimous among scientists the damages this material has been causing to our sea life. Most of the glitter is made of microplastic, that is, plastics less than 5 millimeters in length (same size of a rice grain), particularly attractive in make-up, artwork and for the famous slime (subject that also deserves attention, but not today!), when used and discarded, they end up in the ocean and take hundreds of years to decompose.

The biggest problem? A large number of animals, such as fish, mussels and oysters, end up mistaking it with food or absorbing it with water. Sad, isn’t it? As a result, microplastics are present in our seafood and in 90% of the world’s salt brands, as researches have shown, and we still cannot measure the effects of this plastic on the human body.

The glitter that goes to the drain can damage the marine life

Schools around the whole world have already banned the use of glitter and replaced with other shiny and creative materials.

Tali and Friends, as many other schools around the world, has been trying to find out the perfect eco glitter recipe, that is, cheap, sustainable and easy-to-make. 🙂 Here’s the main recipe we’ve been using -sometimes, even mixing with homemade paint! Have you tried anything different? Let us know!

This is how sustainably beautiful glitter can look like! <3

ECO GLITTER:
1 teaspoon of salt
1 teaspoon of mica powder
Food coloring as wished (or vegan paint)

Mix salt & mica separately with a few drops of food coloring and let it dry for about 1-2h. Mix both and have fun! 🙂


Love,
Tali Treacher

How to get the most out of your English classes

Have you studied in English for a long time but see little progress, even relying on your teacher’s ability? Have you started a course recently and are eager and in a hurry to learn? Check out the tips below to enjoy your guided learning experience to the fullest!

THE BASIC

  • Attend classes on time and / or be ready to start when the Teacher arrives.
  • Be with the material organized at the time of class: It sounds like bullshit, but those minutes that we miss going to get or looking for it make a lot of difference!
  • Leave faults for emergencies and replace them when possible.
  • Do homework as instructed by Teacher: Reviewing, memorizing, and practicing without teacher support are essential for rapid progress.
  • Participate actively: speak out, ask questions, and listen carefully.

 

THE “PLUS”

After the class, reflect on what you’ve learned and use your favorite memorization technique:

  • It could be writing in the notebook, doing exercises, explaining to someone, watching videos…
  • Set aside one or two days a week to review what you’ve studied and your questions.
  • Always keep a notebook handy to write down questions and check with the Teacher on your next class.
  • Do not stop studying while on vacations: read,, practice, watch movies and review content learned throughout the year.

English For Babies Part 3 – Parts Of The Body

As parts do próprio corpo são reconhecidas pela child desde cedo e facilmente introduzidas no cotidiano. Podemos aproveitar o momento para treinar algumas frases, como “give me this”, “don’t touch”, “close it”, “open your mouth”, “close your eyes”, etc. Veja abaixo a pronúncia de algumas parts of the body. As letras entre colchetes representam a sílaba forte de cada palavra:

Algumas dicas de activities que podemos realizar com kids de 1 a 2 anos para explore BODY PARTS:

  • Brincadeiras com espelhos, melhor se for possível brincar com diferentes tipos e tamanhos.
  • Hot and Cold: Pedir para a criança colocar a hand | foot na água morna “warm water” (com cuidado, claro!) e depois em água fria “cold water”
  • Smells: Dar algumas frutas, cortadas no meio, para a criança colocar perto do nose e cheirar. Elas podem querer colocar na mouth também, então utilize alimentos apropriados.
  • Stand up, Sit Down (Vivo ou morto). Brinque junto e treine também hands up (mãos para cima) e hands down
  • Brincar durante o banho (com a torneira|chuveiro fechado!) ou dar banho em bonecos

English For Babies Part 2 – Numbers

A grande maioria das crianças até os dois anos ainda não possui habilidades para contar ou reconhecer números sozinhas, mas podemos ajudá-las a entender o conceito pouco a pouco, além de se habituarem ao vocabulário. Procure introduzir contagens na hora de guardar o brinquedo, quando a criança estiver se vendo no espelho, contando partes do corpo ou objetos em geral. Veja a pronúncia abaixo dos numbers 1 até 10. As letras entre colchetes representam a sílaba forte de cada palavra

  1. ONE – “uán” [wʌn]
  2. TWO – “tsú” [tu:]
  3. THREE – “fri” [θri:]
  4. FOUR – “fór” [fɔ:]
  5. FIVE – “faiv” [faiv]
  6. SIX – “sêcs” [siks]
  7. SEVEN – “sévin” [s′evәn]
  8. EIGHT – “êit” [eit]
  9. NINE – “náin” [nain]
  10. TEN – ‘tsén” [ten]

Algumas dicas de atividades que podemos realizar com crianças de 1 a 2 anos para explorar THE NUMBERS:

  • Contar (acompanhado) quantas oranges há em uma cesta. (1-10)
  • Separar bolas de cores diferentes e contar quantas são red, quantas são yellow, etc.
  • Pedir para a criança servir um certo número de pratos|copos (1-5)
  • Usar as mãos como fantoches e contar os personagens, contar quantos dedos temos nos pés e mãos.
  • Bater 1x palmas e estimular a criança a fazer o mesmo, depois 2x, depois 3.
  • Brincar de pescaria (de pano, de plastico) e contar os peixinhos (1-10)
  • Sorting: One for you, one for me…. Separe um bloco de pequenas bolinhas, cartas ou brinquedos e distribua um para cada um, até acabarem todos. No final, contar quantos cada um tem.

Songs para praticar vocabulário e explorar the numbers:
https://www.youtube.com/watch?v=7D4K9oi7oBM
https://www.youtube.com/watch?v=V_lgJgBbqWE

English For Babies Part 1 – Colors

Aqui na T&F, acreditamos que o ensino de inglês não deve se limitar às aulas, mas ser um processo contínuo. Com isso em mente, criamos algumas dicas para os pais de como continuar o ensino de bebês em casa, postaremos essas dicas semanalmente aqui no blog, então não deixe de vir conferir!

Dentre os primeiros vocábulos aprendidos e reconhecidos pelos nossos students, estão as colors! Para help them a memorizar e assimilar mais rapidamente o conteúdo explorado com a Teacher, comece a utilizar os termos em English ao pegar um objeto e entregá-lo à criança e a perguntar “What color is it?” de vez em quando.

Veja a pronúncia abaixo. As letras entre colchetes representam a sílaba forte de cada palavra:

RED “réd” [red]

YELLOW – “uélou” [j′elou]

GREEN – “grin” [gri:n]

BLUE – [blu:]

BLACK – “blák” [blæk]

PURPLE – “pãrpôl” [p′ә:pәl]

ORANGE – “órenj” [′ɔrindʒ]

PINK – “pínk” [piŋk]

BROWN – “bráun” [braun]

Abaixo, temos algumas dicas de atividades que podemos realizar com kids de 1 a 2 anos para praticar colors (clique na imagem para ampliá-la):

See you next week com mais tips de inglês para babies and toddlers.

Mindfuness Techniques that could help you to learn English!

Part of the difficulty in speaking a new language comes from being anxious. It is not something we plan but a reaction of the body, not harmful if we know how to work with it. While anxious, we also put ourselves on the alert, so the important thing is to work to keep anxiety under control, at a reasonable level and beneficial to the results we hope to achieve. Here are two relaxation techniques based on Mindfulness technique:

1. If you have some time, do a body scan:  You can either record your own voice or memorize each step. A typical Body Scan runs through each part of the body, paying special attention to the way each area feels, the scan usually moves as follows:

  • From toes of both feet to
  • The rest of the feet (top, bottom, ankle) then to the
  • Lower legs,
  • Knees,
  • Thighs and
  • Pelvic region- buttocks, tailbone, pelvic bone, genitals. From there moving to
    The Abdomen, then the
  • Chest,
  • Lower back,
  • Upper back- back ribs & shoulder blades,
  • Hands (fingers, palms, backs, wrists),
  • Arms (lower, elbows, upper),
  • Neck,
  • Face and head (jaw, mouth, nose, cheeks, ears, eyes, forehead, scalp, back&top of the head),
  • and finally ending with the blow hole (Fleming & Kocovski, 2007)

2. If you are in a hurry try Anchoring:

One of the best ways to calm yourself down is to anchor yourself by directing your attention into the lower half of your body. Begin by focusing on your feet and how they feel inside your socks or shoes and against the ground. Expand your attention to include the sensations first in your lower legs and then in your upper legs – do they feel heavy or light? Warm or cool? Tingly or numb? Now include the sensations of your breathing, really relaxing as you breathe out.

This is a great way of anchoring yourself and you can do it any time, with your eyes open or closed, while sitting or even while walking around. Anchor yourself. Then breathe.

Once knowing that anxiety is controlled, we can continue with a simple Mindfulness technique to develop focus and stimulate the cognitive thinking.

  1. Take a small, plain object—a pebble would be ideal—and place it in front of you.
  2. Place your full visual attention on object for 30 seconds.
  3. Relax your focus, give your mind total freedom, and look away from the pebble for 30 seconds.
  4. Repeat step 2 and 3 for as many rounds as you like.


When listening and talking to someone else, try to focus on content only, without worrying about your mistakes or vocabulary. Training mindfulness & active listening is also an important life skill. To help you memorize and turn your attention to the present moment, this is our last tip of today.

Wake up notes: Here’s how you use wake up notes:

  1. Get some regular post-it notes.
  2. Write the words “wake up” on them.
  3. Stick them around your home or workspace.
  4. Every time you see them take three conscious breaths.

Some of us have been doing at T&F and it has been amazing! Would ou like to try out? After practicing the techniques above for several times, share with us the results!

Como Fazer Um Bom Relatório de Aula

Com o intuito de fornecer informações sobre o ano e aprendizado do aluno aos pais e também como forma de revisar o que foi explorado, a maioria das escolas trabalha com relatórios, que podem ser diários, trimestrais, semestrais ou anuais. Aqui na Tali and Friends, consideramos também uma importante ferramenta de avaliação, por isso preenchemos um class report ao término de cada aula, com todo o cuidado e carinho, para que seja sempre um material útil, relevante e encorajador.

Se você está começando agora, provavelmente segue o modelo padrão da instituição que trabalha ou, se dá aulas particulares, pode encontrar diversos modelos já prontos, para serem completados com o que achar melhor.

Mas afinal, o que escrever no relatório para que o material seja realmente interessante aos pais, alunos e professores? Reunimos abaixo algumas dicas sugeridas pelos Teachers da Tali and Friends!

O que incluir?

1. Comentários em relação à assimilação e fixação de conteúdos

  • O aluno compreendeu com facilidade a maior parte do conteúdo lecionado?
  • Quais atividades facilitaram e despertaram o aprendizado ativo?
  • O aluno consultou o professor ao demonstrar dúvidas?
  • Em quais áreas o aluno obteve/ vem obtendo maior progresso?
  • Quais razões comprovam e/ou justificam o desempenho do aluno?

2. Comentários referentes à atenção e concentração dos alunos nas diversas atividades propostas

  • O aluno demonstrou concentração e atenção durante a maior parte das explicações?
  • Foi necessário constantemente pedir para que o aluno se concentrasse, realizasse o exercício proposto ou falasse no idioma proposto?
  • Quais atividades facilitaram e despertaram a concentração e atenção do aluno ou grupo?
  • O aluno conseguiu acompanhar a maior parte de leituras, atividades e explicações, sem precisar ser constantemente requisitado?

3. Comentários referentes à participação e disciplina do aluno nas diversas atividades propostas

  • O aluno (ou grupo) interagiu de acordo com o proposto e esperado?
  • Foi necessário chamar a atenção do aluno de maneira mais firme, após tentativas anteriores?
  • O aluno participou de maneira ativa e feliz das atividades propostas?
  • O aluno demonstrou sentir-se seguro durante as aulas? Quais fatos comprovam seu pensamento?
  • Em quais atividades o aluno se mostrou mais disposto a cooperar?

4. Comentários sobre o material e lição de casa

  • O aluno realizou a maior parte da(s) tarefa(s) com assiduidade?
  • O aluno realizou a maior parte da(s) tarefa(s) com capricho?
  • O aluno levou o material para as aulas?
  • O material do aluno permanece em bom estado? No que baseia sua resposta?

5. Comentário sobre a assiduidade do aluno (atrasos e faltas)

  • O aluno compareceu à aula conforme o esperado, em termos de frequência?
  • O aluno consegue chegar no horário para a maior parte das aulas?
  • As faltas, atrasos (ou assiduidade) do aluno interferiram no progresso do aluno? Como, exatamente? Quais fatos comprovam suas respostas?
  • Como as faltas, atrasos (ou assiduidade) do aluno interferiram nos resultados? Quais fatos comprovam suas respostas?

Através destes questionamentos, podemos responder a cada item proposto (quando a instituição tem um modelo pré-formatado) evitando preencher itens com “—-” ou “está tudo bem”.

Repare que neles, as palavras “é”, “tem”, “faz” “são” e “precisam” são substituídas por “demonstrou”, “realizou”, “mostrou”. Sabe por quê?

As pessoas mudam. E crianças mais ainda! Não há sentido em rotulá-las, dificultando a compreensão dos pais e do aluno sobre seu desenvolvimento. Podemos passar as mesmas informações baseando-nos em fatos e sempre lembrando que esta foi a sua percepção deste momento/ ano. Mesmo quando estamos elogiando e com a melhor das intenções, estas palavras tornam-se vazias e trabalham com ideais inatingíveis.

Ninguém “é um artista nato”, “é inteligente”, ou “tem facilidade” o tempo inteiro. Isso não diz nada sobre o progresso do aluno ou como ele atingiu o sucesso.

Já falamos em outro post, sobre como substituir estes elogios por outros muito mais valiosos e significativos, acho que vale muito a leitura.

Abaixo, confira mais dicas para nail o preenchimento deste material tão importante:

Tenha um controle aula a aula: Mesmo que a escola não peça tal instrumento como avaliação de progresso, é essencial que o professor saiba o que está sendo avaliado e faça um controle desde o início do ano, para que perceba as mudanças e/ou repetições em determinada atitude ou posicionamento em sala. A melhor hora para fazer este relatório é logo após a aula, quando os fatos ainda estão frescos na memória.

Palavras e termos a evitar: “coisa(s)”, “negócio(s)”, gírias em geral, “—-” (sempre há algo a dizer!), elementos pejorativos (“burro”, “lento”, “malvado”), “sempre” ou “nunca”.

Mesmo se o relatório for um documento exclusivo da escola, seja doce, pense em como os pais ou o aluno se sentiriam caso lessem. Mencione os fatos positivos e negativos em favor do aluno e visando seu crescimento.

Não deixe itens em branco, nem faça relatórios com pressa: Por mais tentador que pareça criar respostas padrão ou colocar os famosos “—–” nas observações dos alunos, estes costumes, além de não serem bem vistos por clientes e escolas, limitam nossa imaginação e cuidado na hora de escrever sobre cada aluno.

Clique aqui para entrar em contato conosco e receber mais dicas sobre como avaliar seu aluno, preencher os relatórios de final de ano e receber um modelo de relatório personalizado, de acordo com suas necessidades.

Why You Should Be A Conscious Consumer

Fast industry has trained consumers to think of clothes, toys, daily use objects and even electronics as disposable. When you can buy an of-the-moment plastic toy for as cheap as R$1,00, it’s very easy to come back in a week to pick up a new one and toss the old one -or even pile up with a bunch of forgotten toys. We now know that this behavior has huge environmental consequences and, if we keep going like this, there won’t be space for life as it is for future generations.

Researches show, only 28% of consumers in Brazil are conscious about what they purchase. Happily, this scenario has been changing: it’s not ‘just’ quality, and environmental waste we should care about. Many consumers are already more concerned about how workers around the world are being selected and treated and the product’s impact on their health.

The plastic, for example, yet cheap, can be toxic; preferring handmade, wooden or organic material can have a great impact on your child’s sensory development. Things we buy consume not just our money and natural resources, but our space, energy and concentration.

Large corporations have made it much easier to distract us with catchy ads, price competition, and/or variety of products. It is so easy to ignore the impacts of your consumption when something is cheaper, widely available, and a lot faster to access, but we are doing a lot for our planet, economy and people when choosing to go green.

At Tali and Friends, we take this matter very seriously and are always bringing up discussions related to sustainability and environmental science to our classes. Here are also some things you can do at home too:

  1. Assess the brands in your life (Where does stuff come from? How are they made? What are they made of? Who makes them?);
  2. Go organic, handmade and local. Check at the labels and fairs of your community when buying foods & goodies to your family, and involve kids in this decision. Price of Eco-products are not usually friendly, that’s why the next item is quite important;
  3. Invest in quality instead of quantity in order to avoid waste. When you think of buying something that wasn’t on your list, wait a bit, think if you really need it, and if you already have something that fits the purpose.
  4. Recycle and Upcycle: Before throwing something away in the trash can, just think: Is there anything I need that can be made with this? Is there anyone I know that needs this product?

Life Skills Project: Um Novo Jeito de Aprender Inglês

O Life Skills Project é um projeto encantador, que transforma as aulas de inglês em um aprendizado único, explorando habilidades nem sempre ensinadas na escola, como Pensamento crítico, Debate, Economia doméstica, Culinária saudável e sustentável, Artes, Música, Política básica, Oficina literária, dentre outras. Sempre utilizando inglês como meio de comunicação e interação. Os temas promovem expansão de vocabulário e melhora da fluência de maneira relevante e estimulante, vivenciando o inglês espontaneamente, através de atividades ‘mão na massa’ e desafios apropriados para a idade e interesses do aluno.

Os alunos poderão escolher os tópicos estudados de acordo com as modalidades apresentadas ou podemos dar nossas ideias, de acordo com o perfil de cada aluno.

Nós cuidamos de tudo nos mínimos detalhes: desde a seleção criteriosa e treinamento constante de nossos profissionais, bem como preparação das aulas e materiais, para que sua experiência na Tali and Friends seja única e memorável.

Para conhecer todos os temas e/ou agendar uma aula teste, entre em contato conosco!

Teaching Adult Students With Learning Difficulties

Here at Tali & Friends, we teach all kinds of students, including adult ones and those with some kind of learning difficulty, such as Dyslexia or ADHD. Here are some tips on how do deal with these difficulties and make the student enjoy the classes to their fullest:

  • Use a cloze procedure. Give the dyslexic student a sheet containing key information that you’ll be covering throughout the lesson and blank out key words. A file like this, highlighting the main items in bold or CAPITAL LETTERS, usually works better with everyone.
  • Educational games. It’s easier to learn through hands-on activities and even Skype students can have that experience in class. Activities such as BINGO, Mimics, Guess who and many others presented in our CLASS PLANS and GAMES LIBRARY should work quite well when teaching grammar and working with repetition in a lighter way.
  • Present written information in an accessible format. Instead of the usual justified, plain text document, add colors, different word sizes, drawings ㋛, considering to highlight what’s more important in the topic. You can also divide up long stretches of text with headlines, or section titles that summarize the topic of each section. Prefer the fonts: Arial, Tahoma, Helvetica, Century-Gothic, and Trebuchet, in size 12-14, black or in dark colors, for the main part of the text.
  • Provide clear directions of what’s expected from the student and how he can accomplish it, in a direct, interactive and simple way. For example, if you want the student to use the proper tense when approaching simple past, you might ask questions over the topic and when he makes a mistake, stop and ask the student to correct for the verb in the past.
  • When teaching a new grammar topic, apply simpler words and use pictures, posters, mimics, videos or other visual aids to increase comprehension.
  • Work on memory and repetition. The dyslexic adult might not be able to easily recall information without additional notes, so it’s important to 1) work on repetition (we love games for that!) and 2) train the memory with brain games.
  • As adults with dyslexia can be easily distracted, try to avoid class interference, such as noises, too much light, lack of light, misplacing the camera (in case of online classes), etc.

Have you ever heard of Time Capsule?

A fun and bonding activity that will be remembered in the future.

A time capsule is a historic cache of goods or information, intended as a method of communication with future people, family or with ourselves. Time capsules are sometimes created and buried during celebrations such as a world’s fair, a cornerstone laying for a building, or created and hidden during summer vacations, birthdays, beginning of the year or at other events in life. Some people even write letters for themselves to be delivered in a certain date, as a bank investment!

Time capsules are placed with the intention that they will be opened or accessed at a future date.

Check out these ideas and create your own time capsule with your family or friends!!

  • Write a letter to your future self, a stranger or someone that you like. It’s important to consider: Who will be reading this message in the future? Would you like to open your own message in the future? What do you expect to share with the reader? Why are you writing it?
  • Choose a special container, that can be a shoe box, a chest, a bag or whatever you might like, and add stuff that you treasure: a special letter, a type of flower, your favorite magazine, a nice picture, your favorite lyric… Doesn’t need to be anything expensive, just important. 🙂
  • If you prefer, add stuff that would be relevant for people in the future: a popular toy, labels of famous products or goods, photos, fashion magazines, indicators of technology (ex. A pen-drive, a DVD), a journal…
  • This is a great one to do with teenagers: Write some questions in small pieces of paper, ask them to answer and store them in a sealed jar. Can be a nice present for 18 year old birthday!
  • Choose a duration for your time capsule, seal it and store for the selected amount of time.

Remember that a personal time capsule does not need to be of great duration or durability. Even an year from now your life will probably have changed and the artifacts of today will stir memories.

Amazing Activities for Water Day!!

March 22, WATER DAY, is around the corner! If you’re looking for some nice activities to do with your students to celebrate the date, COME ALONG =)

Edit: Teacher Paula shared with us important thoughts on the topic:

  • We should use “reusable” for the experiments. Water is an important item for kids development and we can manage to use water in a fair and sensible way.

 Do you know the water that goes down the drain while people wait to get in the shower? That’s the water I’ve been collecting for our experiments and I make that clear to our students.

1. Babies and toddlers (6m-3y)

                                                * Sand and water ocean sensory bin*

WATER SENSORY BIN

         Supplies:

  • Storage bin
  • Ocean animal toys
  • Decorative shells
  • Play sand
  • Water
  • Blue food coloring

          Set up:

  • Pour sand on one side of the bin
  • Place a bunch of shells at the edge of the sand to act like a barrier between the sand and water
  • Slowing pour water on the other side of the bin. It’ll need to be fairly shallow to keep the water from totally going over into the sand.
  • You can add a few drops of food coloring to the water and stir it in with a whisk
  • Add the ocean animals to the water in the bin

          Play:

  • As they are playing, we can talk to them about ocean animals and the ocean habitat. Why some animals are able to live in the ocean and others can’t. Why it’s important to keep the water clean, etc.

                                                                         * Ice boats*

ICE BOATS

         Supplies:

  • disposable cup
  • bendy straw
  • scissors
  • colored cardboard
  • hole punch
  • scotch tape

         Set up:

  • glue a piece of scotch tape on the top of the straw.
  • stick the straw to the bottom of the disposable cup so it stands still.
  • fill half of the cup with water and put in the freezer.
  • take the ice out of the cup carefully and make a triangle with the colored paper with two holes to be the sail of your boat.
  • You can also put a action figure to sail.
  • To make it even more fun you can add food coloring to the water in the bowl.

ICE BOAT

2. Children (4y-8y)

                                                       * Water pollution exploration*

WATER POLLUTION WITH SPONGES

         Supplies:

  • Plastic bowl
  • sponge cut in the shape of a fish attached with fish line
  • Plastic cups with lids
  • (Kitchen) ingredients that would represent a pollutant (green food coloring, dish soap, soil, salt, syrup, paper, coffee grounds)

          Play:

  • Read the story of Freddie (the fish)
  • Freddie was taking a journey in his river downstream and being exposed to various pollutants along the way.  Each time Freddie is exposed to a toxin, we pour a new item into the “water environment.” As we progress downstream, Freddie’s environment gets filthier and more dangerous for him.
  • Throughout the activity, we can discuss how Freddie is feeling.  At the conclusion of it, we can brainstorm what could have been done differently with each pollutant so Freddie could have had a healthier environment.

FREDDIE THE FISH

 

                                                                    * Walking water*

WALKING WATER

         Supplies:

  • At least 3 empty glasses
  • Water
  • Food coloring
  • Paper towels

          Set up:

  • Choose the colour you want to mix
  • Fill a jar for each color and add food coloring
  • We’ll need an additional empty glass of the same size for each pair of color
  • Cut a paper towel in half and then fold it into quarters lengthwise. Stick one end of the paper towel into the colored water and one end into the empty jar
  • Thanks to capillary action the water moves or “walks” up the paper towels into the empty jar. The middle jar fills up with water until the water levels of all the jars are equal
  • When you start with primary colored water in the jars it also turns into a cool coloring mixing lesson

3. Pre-teens (9y-12y)

                                                              * Water cycle in a bag*

WATER CYCLE IN A BAG

          Supplies:

  • 1 ziplock plastic bag
  • color markers (non-erasable ones)
  • water
  • blue food coloring
  • packing tape

          Set up:

  • Warm up the water until steam starts to rise but do not let it boil.
  • Add blue food coloring into the water to represent ocean water.
  • Pour the water into a ziplock bag and zip it up.
  • Hang the bag upright on the window (or the door like I did) using packing tape.
  • As the water evaporates, vapors rise and condense at the top of the bag. A white patch can be seen resembling clouds in the upper atmosphere.
  • After a while, water droplets appear on the inside of the bag. As they become bigger, they will eventually slide downward. The sliding down resembles the flow stage that brings water back into the sea.
  • If the water is still warm or if the bag is left on the window facing sunlight, it will keep cycling through the four different stages of the water cycle.Explore:Explore more about the water cycle by answering these questions.
  • Can you describe the relationship between the water cycle and living things?
  • How does snow fit into the water cycle process?
  • What causes soil erosion?
  • Have you seen the four stages of the water cycle appear in our daily lives?

WATER CYCLE IN A BAG

                                                              * Exploring ocean layers* 

EXPLORATION

         Supplies:

  • 5 small containers (like glass jars) that will easily stack.  If you don’t have small jars, try using small round food storage containers with lids
  • Water
  • Food coloring (you’ll need blue, red & green to make all 5 layers)
  • Ocean creatures
  • Paper & pen so you can label each ocean layerSet up:
  • Write out the names of the 5 Ocean Layers/Zones so you can use them to label your bottles:Sunlight ZoneTwilight ZoneMidnight ZoneAbyssTrenches
  • If you’re using any animal figures, be sure to put them into the containers first!  
  • There is an octopus and eel in our midnight zone. Dumbo octopus lives there along with certain species of eels so we can added them.  
  • Once you’ve added your animals, fill each container with water and then add food coloring for each of your ocean zones.
  • Our containers used about 6 oz. of water so you may have to adjust your food coloring depending on how much water is added to your containers.  We added the following drops of food coloring to each jar:Sunlight Zone — we touched a toothpick to the blue food coloring and then tipped it into the bottleTwilight Zone — 1 drop blueMidnight Zone — 2 drops blueAbyss — 4 drops blue

    Trenches — 5 drops blue, 2 drops green & 1 drop red

  • Now comes the cool part — stack your containers!

"CONTAINERS"

4. Teens (13y-16y)

                                                                *Edible water bottle*

EDIBLE WATER

Ecologically friendly, this method is great for cutting down on all the plastic that comes from purchasing hundreds of water bottles.

         Supplies:

  • sodium alginate (we can find online)
  • calcium lactate (we can find online)
  • big glass bowl
  • 5 cups of water
  • small bowl
  • another bowl for rinsing
  • hand mixer
  • curved spoon
  • tablespoon
  • slotted spoon
  • shallow plate

         Set up:

  • fill the big bowl with 4 cups of water.
  • fill the small bowl with 1 cup of drinking water.
  • put 1 gram of sodium alginate in the small bowl.
  • use the hand mixer to incorporate the ingredients.
  • once the ingredients are properly incorporated, set the mixture aside for 15 minutes to ensure that there are no air bubbles.
  • after 15 minutes, get 5g of calcium lactate and add to the 4 cups of water in the big bowl.
  • then mix well with a spoon.
  • once it’s dissolved, take your curve spoon and scoop up some of the sodium alginate solution and gently plop it into the calcium lactate bath (3 spoons).
  • we should see if form into a ball right away.
  • make sure not to crowd the bath with too much sodium alginate.
  • then with a spoon stir the solution very gently for about 3 minutes.
  • after 3 minutes, take a slotted spoon and very carefully lift out the water bubbles and put them in a bath of regular water (the bowl for rinsing) to stop the reaction.
  • take it out and put the bubbles on a shallow plate.
  • Video: https://www.youtube.com/watch?v=YLjzsfgk198&feature=youtu.be

                                                              * Why does water raise?*

WHY DOES THE WATER RISE?

         Supplies:

  • shallow bowl or dish
  • water
  • food coloring
  • candle
  • large glass jar

         Set up:

5. Adults

Discussion from videos

https://www.ted.com/talks/david_sedlak_4_ways_we_can_avoid_a_catastrophic_drought?referrer=playlist-talks_on_water

https://www.ted.com/talks/michael_pritchard_invents_a_water_filter?referrer=playlist-talks_on_water

5 apps to help you save water

https://www.cnet.com/how-to/5-apps-to-help-you-save-water/

 

Sources:

 

 

10 Formas de Ajudar as Crianças a Projetarem a voz Adequadamente!

Um dos maiores desafios com crianças é fazê-los falar alto o suficiente para o público ouvir. Não é natural falar em uma “voz de palco”, então é preciso uma prática lúdica para os pequenos exercitarem desde pequenos suas técnicas de oratória e presença de palco

Veja abaixo 10 formas divertidas e eficazes para que os jovens mantenham a energia vocal em alta!

 

1. Utilize bloqueios. Pratique organizando crianças um pouco mais distantes durante os diálogos.

2. Amigo Imaginário. Escolha um objeto bem alto -ou bem longe-, visível por todos, e imaginem que há um very tiny friend lá em cima, com very tiny ears.  Para que ele possa ouvir, todo mundo precisa falar bem claramente.

3. Jogo de Vozes. Mostre um a figura de um animal e peça para as crianças fazerem seu som bem baixinho, depois bem alto, bem fininho, depois bem grosso…

4. Imitação. Leia pequenas linhas com diferentes intonações e emoções, pedindo para os pequenos repetirem.

5. Teste de Volume. Enquanto uma pessoa (ou grupo) atua, a outra fica a uma considerável distância, apenas levando o dedão pra cima, ou colocando para baixo, conforme a clareza da audição.

6. Aquecimento energético elevado. Antes de atuar, realize uma atividade animada, uma brincadeira ou “toque de guerra”. Assim, os alunos ficarão mais empolgados e a voz naturalmente soará mais alta.

7. Tecnologia a seu favor. Peça o celular de um aluno emprestado (Eles adoram!) e coloque em algum local na sala enquanto praticam uma atividade de leitura. No final, escutem a gravação e dêem um feedback.

8. Quem canta seus males espanta! Nada como cantar uma música que amamos! Que tal pedir para cada aluno, dupla ou trio cantar uma música aos colegas?

9. Beba água. Ela é muito importante para manter as cordas vocais saudáveis e evitar a rouquidão. Antes e depois de discursos, ensaios e apresentações, lembre-os de tomar um pouco de água fresca 🙂

10. Quem lembra do Marco-Pólo? As crianças se escondem (As vezes na piscina), enquanto uma (ou dupla, sempre prefiro quando é possível!) sai para procurar. Esta, pode gritar até três vezes “Marco!”. As que estão escondidas, respondem “Pólo!”. O primeiro a ser encontrado é o próximo a procurar. Excelente para treinar voz e ouvidos com os pequenos.

Earth World Week – Our environment

The subject of this week is Environment and Nature. Check below important terms and their meanings! =D

Fotógrafo-Clark Little

Deforestation –

When humans remove or clear large areas of forest lands and related ecosystems for non-forest use. In these cases, trees are never re-planted. The most dramatic impact is a loss of habitat for millions of species, but it also drives climate changes, since the trees are responsible to block the sun’s rays during the day, and hold in heat at night. This disruption leads to more extreme temperature swings that can be harmful to plants and animals, leading to our next item:

Greenhouse Effect (Global Warming)

The greenhouse effect is caused by gases we release in our atmosphere that are trapping and redirecting heat back to Earth, increasing temperatures and contributing to global warming. Glaciers are melting, sea levels are rising, cloud forests are dying, and wildlife is scrambling to keep pace. This climate imbalance is a problem because temperatures are faster than some living things may be able to adapt.

The Ozone Layer

The Ozone Layer protects the Earth from the dangerous UV Rays. Ozone is a highly reactive molecule that is constantly being formed and broken down in the high atmosphere. If human keeps depleting the ozone layer (for example, with the use of sprays with CFC) quicker than it can form itself, the effects on the planet could be catastrophic, causing skin cancer and cataracts in humans, harming animals, and the most concerning, inhibiting the reproductive cycle of phytoplankton, single-celled organisms such as algae that make up the bottom rung of the food chain.

Endangered Species

An endangered species is a species which has been categorized as very likely to become extinct. Many nations have laws that protect conservation-reliant species: forbidding hunting, restricting land development or creating preserves. The conservation status of a species indicates the likelihood that it will become extinct. Many factors are considered when assessing the conservation status of a species; e.g., such statistics as the number remaining, the overall increase or decrease in the population over time, breeding success rates, or known threats. We estimate that over 40% of the world’s species are at risk of extinction. 

 

Imagem relacionadaThe extinction of the dodo within less than a century of its discovery called attention to the previously unrecognised problem of human involvement in the disappearance of entire species.

 

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The last Mexican seal recorded to be killed by humans in 1939.

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In 1971, an older female was shot. Since then, not a single cub has been recorded.

 

 

 

 

 

 

 

While those are already extinct, there are species that face an extremely high risk of extinction in the immediate future.

Today, there are various threats uppon the black rhinoceros including habitat changes, illegal poaching, and competing species

The two highest causes of mortality for Florida panthers are automobile collisions and territorial aggression.

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The population of Brown Spider Monkey has decreased by at least 80% according to latest researches.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pollution

Pollution occurs when pollutantswaste material of different forms- contaminate the natural surroundings; which brings about changes that affect our normal lifestyles adversely. Pollution occurs in different forms; air, water, soil, radioactive, noise, heat/ thermal and light. 

The air pollution is the most prominent and dangerous form. It occurs due to many reasons. Excessive burning of fuel which is a necessity of our daily lives, releases a huge amount of chemical substances in the air everyday, making it toxic.

Water Pollution has taken toll of all the surviving species of the earth. Almost 60% of the species live in water bodies. It occurs due to several factors; the industrial wastes dumped into the rivers and other water bodies cause an imbalance in the water leading to its severe contamination and death of aquatic species.

The soil pollution occurs due to incorporation of unwanted chemicals in the soil due to human activities. Use of insecticides and pesticides and release of industrial waste, make the soil inhospitable for plants to grow properly and leads to soil erosion.

The noise and light pollution affects our ears and vision and leads to psychological problems like stress, hypertension, hearing/visual impairment, etc. The light also affects the astronomical observations and activities by making the stars almost invisible.

Radioactive pollution can occur due to nuclear plant malfunctions, improper nuclear waste disposal or accidents. It causes cancer, infertility, blindness, defects at the time of birth; can sterilise soil and affect air and water.

Thermal/heat pollution creates unwanted changes over long time periods; due to huge number of industrial plants, deforestation and air pollution. It increases the Earth’s temperature, causing drastic climatic changes and extinction of wildlife.

Oil Spill

It is the harmful release of oil into the environment, usually through water, which is very difficult to clean up and often kills birds, fish and other wildlife, penetrating into the structure of the plumage of birds and the fur of mammals, reducing their insulating ability, and making them more vulnerable to temperature fluctuations and much less buoyant in the water. Animals who rely on scent to find their babies or mothers cannot due to the strong scent of the oil. Oil can also blind an animal, leaving it defenseless. The ingestion of oil causes dehydration and impairs the digestive process. Animals may die from poisoning and oil entering the lungs or liver. An oil spill represents an immediate fire hazard and respiratory distress to human beings, due to oil fires that produce air pollution.

There is no clear relationship between the amount of oil in the aquatic environment and the likely impact on biodiversity. A smaller spill at the wrong time/wrong season and in a sensitive environment may prove much more harmful than a larger spill at another time of the year in another or even the same environment.

Recycle and Upcycle

To recycle is to break waste items that are non-biodegrabable down into their raw materials, which are then used to re-make the original item or make new items. The Upcycling concept  is the reuse of the discarded material in a way to create a product of a higher quality or value than the original. Take a look at these amazing ideas!

Tapetes de Rolha
Wine cork carpets

 

 

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Cool Lego hacks

Famme.nl Het blikje van nu is morgen een deodorant of fiets (mik jouw blik in de prullenbak)
Modern flower vases

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Renewable Resource

A resource that does not come from fossil fuels (such as coal, oil, gas) and we can use again and again without reducing its supply because it is constantly topped up. For example wind, sun rays or biomass -A source of fuel made from living and dead plant materials such as wood, leaves and the biodegradable part of industrial and municipal waste.

Sustaibability

Trending topic of the latest years, it refers to the need to develop the sustainable models necessary for both the human race and planet Earth to survive. A sustainable development uses land or energy sources in a way that meets the needs of people today without reducing the ability of future generations to meet their own needs. To achieve these lofty goals, humans will have to re-examine their policies on: Environmental protection, Social responsibility and Economic practice. Find out more at sustainabilitydegrees.com/

Waste management and prevention

There’s something we can do to really make a difference! \o/ The correct management of waste collection, handling, processing, storage and transport from where we produce to where we dispose it, as well as  reducing the amount of waste we produce are everyday actions and each one of us can make a difference.

  • Always prefer biodegradable products, avoiding plastic or Polystyrene material.
  • Reduce or eliminate the use of disposable material (plates, cups, diapers, napkins).
  • Purchase foods in bulk or those which use less packaging.
  • Discard your trash properly.
  • Reuse, recycle and upcycle your stuff.
  • Take advantage of the many curbside and drop-off recycling opportunities.
  • Compost yard waste which it also helps enrich the soil and reduces water run-off.

Hope you have enjoyed your reading, learned new terms and is eager to share and put some of the ideas in practice. 🙂

The Earth is not just our Environment. We are the Earth and the Earth is us.

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Biography – Frida Kahlo

Mexican self-portrait painter, feminist icon.

Frida Kahlo
1907-1954

Considered one of Mexico’s greatest artists, Frida Kahlo began painting mostly self-portraits. Later, she became politically active and married fellow communist artist Diego Rivera in 1929.

Frida Kahlo was born on July 6, 1907 in Coyocoan, Mexico City, Mexico. She grew up in the family’s home where she would later refer as the Blue House.

She contracted polio at age of 6 and had to be bedridden for nine months. To help her to recover, her father encouraged her to do a variety of sports. She played soccer, went swimming, and even did wrestle, which was very unusual at that time for a girl. She kept a very close relationship with her father for her whole life.

Frida Kahlo attended the renowned National Preparatory School in Mexico city in year of 1922. There were only thirty-five female students in that school; soon became famous for her outspokenness and bravery. This was where she first met the famous Mexican muralist Diego Rivera for the first time.

At the same year, Kahlo joined a gang of students which shared the similar political and intellectual views. She fell in love with the leader, Alejandro Gomez Arias. On a September afternoon when both were traveling on a bus, the vehicle collided with a streetcar. This accident left her in a great deal of pain, both physically and physiologically.

After staying at the Red Cross Hospital in Mexico City, she returned home, having to wear full body cast for three months.  Her parents encouraged her to paint and made a special easel made for her so she could paint in bed. They also gave her brushes and boxes of paints and she began painting self-portraits during her recovery.

Frida Kahlo once said, “I paint myself because I am often alone and I am the subject I know best”.

In 1928, she asked Diego Riviera to evaluate her work. They soon started a romantic relationship. Despite her mother’s objection, Frida and Diego Rivera got married in the next year.  Never a traditional union, Kahlo and Rivera kept separate, but adjoining homes and studios in San Angel. His many infidelities, including an affair with her sister Cristina, led her into deep sadness and constant break-ups. In response to this familial betrayal, Kahlo cut off most of her trademark long dark hair.

As the time passed by, Kahlo added more realistic and surrealistic components in her painting style. In the painting below she expresses her feelings about her second miscarriage in a very personal way.

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Henry Ford Hospital (1932)

She did two of her most expressive works by the next couple years. One of them was from Clare Boothe Luce, to paint her friend Dorothy Hale who committed suicide. Horrified, Luce almost destroyed the painting after seeing the result.

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The Suicide of Dorothy Hale (1939)

Another was The Two Fridas (1939), which Kahlo painted by the time she and Riviera were divorced. It shows two versions of herself, with both of their hearts exposed.

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The Two Fridas’ (1939)

Soon the couple remarried in 1940. The second marriage was about the same as the first one: Both of them had infidelities with other people during the marriage. Kahlo lost ger father on the next year but despite her personal challenges and suffering from chronic pain and health problems, her work continued growing in popularity and was in numerous group shows around this time. In one of her most famous portraits, she depicted herself naked and split down the middle. expressing her physical challenges through art. Frida seeked lots of medical treatments but nothing really worked.

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The Broken Column (1944)

Four years before her death, she was diagnosed with gangrene in her right foot.  She couldn’t get out of bed for the next nine months, having to stay in hospital and do several surgeries once again. With the poor physical condition, deeply depressed but with great persistence, she continued to work and paint and had been active with the political movement.
She showed up at the demonstration against U.S. -backed overthrow of President Jacobo Arbenz of Guatemala on July 2, 1954. This was her last public appearance. About one week after her 47th birthday, Frida Kahlo passed away at her beloved Blue House. She was publicly reported to die of a pulmonary embolism, but there are speculations saying she might have died of suicide.

As an icon of female creativity, her fame has been growing after her death.

Her Blue House has become a museum since 1958. The 1970s renewed the interest on her work and life due to the feminist movement. Hayden Herrera published his book on her in 1983, A Biography of Frida Kahlo. It drew more attention from the public to this great artist. On big screens in 2002, the movie Frida got nominations for six Academy Awards and won for Best Makeup and Original Score.

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Como trabalhar a disciplina na sala de aula

Queridos professores e educadores

Sou professora há 13 anos e atualmente seguidora apaixonada da metodologia Construtivista. Mas não é dela que vim falar. Presenciei ultimamente, em diversos grupos educacionais, comentários e dúvidas sobre o “Mural da Vergonha”, “Mural do bom comportamento”, “Semáforo do comportamento”, “Carimbo para os que se comportam”… Expus minha forma de pensar (sou absolutamente contra este tipo de exposição) e isso levantou muitas dúvidas.

Em primeiro lugar, não acho que minha metodologia é a única certa, por isso gostaria de pedir que, aos que se interessarem, leiam tudo e opinem, vamos criar uma discussão saudável.

Agora afinal, qual o problema destes métodos? A maioria dos educadores concorda que o mural da vergonha, semáforo e similares expõem especialmente os alunos que apresentam indisciplina e que isso tem um efeito negativo, já que pode gerar ansiedade, baixa- auto estima ou rebeldia: alguns passam a não entender o sentido das regras (Já que afinal, ter o nome lá significa o que, na vida real?), ter medo de se relacionar, se estigmatizam e são estigmatizados pela repetição dos nomes; realmente, o mais triste é que normalmente “são sempre os mesmos”

Mas… E os carimbos na mão por bom comportamento, um mural só com quem se comporta?

Da mesma forma, podemos desencadear quadros de ansiedade, baixa-auto estima, rebeldia e rotulação pessoal e social, tanto para as crianças que têm seu nome no quadro ou carimbos quanto para as que não têm. Primeiro porque é difícil ter o nome no quadro todos os dias, e isso pode entristecer muito a alguns alunos, afinal é importante para eles. Segundo porque um semáforo, um carimbo, etc, nada têm a ver com a atitude em si: Ao invés de entender as consequências reais de suas atitudes, as crianças passam a se comportar de determinada maneira simplesmente para adquirirem uma determinada posição, objeto, reconhecimento, que não existe no mundo real, fora da escola.

Sei que estas técnicas nos ajudam na disciplina, mas pergunto: por que? Reforçando o que disse acima, é porque a maioria das crianças entendem que devem seguir as ordens para ter o nome na lousa, e só. Ao fazer isso, facilitamos um tantinho nosso trabalho (mesmo sem saber, na melhor das intenções de ter uma sala “bem comportada”), e deixamos de prestar atenção às necessidades de nossos alunos e fazê-los evoluir de maneira saudável, de acordo com suas habilidades, interesses e respostas naturais do contato social.

Então… como fazer para ter disciplina em sala?

Sorry pelo post imenso, mas continuemos se alguém ainda estiver aí:

Certo tempo atrás, fiz um curso fantástico sobre Ensino Afetivo no Centro de Formação Juan Uribe ensino afetivo (recomendo a todos que pesquisem seu trabalho, é sem dúvidas um dos educadores que mais admiro) e ouvi algo que espero nunca esquecer:

“Toda indisciplina é uma necessidade não atendida”.

Criança precisa de amor, movimento, rotinas, brincadeira, conforto, regras, se sentir segura, ter suas necessidades fisiológicas (fome, banheiro, temperatura) atendidas de maneira adequada, e um tantão de coisas mais. Preste atenção, sempre que houver indisciplina em sua sala, no que está faltando e tente corrigir, dia após dia.

Não espere que um dia este trabalho irá acabar. Na verdade, esta tarefa é parte do trabalho.

Converse com seus alunos logo nas primeiras aulas e estipule regras claras, cumpríveis e visíveis.

Se já sabe que haverá um aluno com comportamento agressivo ou indisciplinar, experimente recebê-lo diferentemente, de maneira feliz, com carinho e depois elogiar quando se comportou. Coração aberto.

Gosto muito de imprimir um grande termômetro e, ao invés de nomes dos alunos, colocar as regras na parede, bem grandes, ao lado. Cada vez que uma for descumprida, marque um pontinho no termômetro. Cada vez que terminarem uma atividade que for muito legal, ou que uma regra for cumprida, ou que alguém fizer algo ótimo, abaixe o termômetro. Combine com eles que, se ficarem sempre “cool”, vocês poderão terminar a aula com um jogo!

Se não for suficiente, ou para aulas individuais, imprima um tabuleiro em branco e cole dentro do caderno de cada aluno. No final da aula, conversem se as regras forem seguidas, e todos têm direito de opinar. Para cada regra seguida, um adesivo e, ao chegar ao fim do jogo, ganham aula livre. Às vezes os alunos não concordam? É. Mas não tem problema. As vezes a gente também briga sem querer. As vezes a gente também não concorda e é só mais um dia, não é sempre. Mas todos terão certeza: todo dia é uma nova chance. 🙂

E por último: Quando estiver dando tudo certo na sua aula, preste muita atenção: o que estão fazendo? Por que deu certo? Como melhorar? O melhor momento para trabalhar a indisciplina é quando tudo está indo bem.

 

Facilitando a rotina e a volta às aulas. :)

DIY: ROUTINE CHARTS

Nesta época do ano começamos a organizar a rotina das crianças e suas diversas tarefas relacionadas à escola e cursos extracurriculares, enquanto também são introduzidas novas atividades à medida que vão crescendo.

Preparamos algumas ideias divertidas e fofas para ajudar os pequenos a se localizarem e se prepararem para o dia a dia. O ideal é que seja feito no início do ano e complementado/ modificado conforme a rotina vai tomando forma.

Nossos alunos desenvolvem esta ferramenta durante os meses de janeiro e fevereiro, da forma como preferirem de acordo com os materiais disponíveis. Sempre surgem ideias lindas!! s2

Que tal dar uma olhada nestas e fazer em casa? 

                     

HAVE FUN!!!!

Restaurante e alimentos: Vocabulário, expressões e costumes em inglês

Restaurante: Um dos lugares mais fáceis de se virar em inglês!

 

Restaurante
At the restaurant

 

 

O restaurante, daqueles que a gente senta para comer e tem tempo para ficar analisando os detalhes, é um excelente lugar para praticar seu inglês. Você já tinha pensado nisso antes?

Já estamos familiarizados com muitos nomes e normalmente há imagens no menu, além de os garçons e garçonetes serem super polite and friendly na grande maioria das vezes. =D

 

CONHEÇA AS PALAVRAS MAIS IMPORTANTES  

 

  • Reservation = reserva 
  • Check = conta. Basta dizer “the check, please“
  • Tip ou gratuity = gorjeta. *Deixe sempre uma gorjeta entre 10 a 20%, de acordo com o atendimento. Sim, é obrigatório, a menos que o serviço tenha sido uma verdadeira lástima. Este valor faz parte do salário dos garçons, que não se enquadram na lei do salário mínimo lá, por conta disso.
  • Change = troco.
  • Buffet = igual aos buffets do Brasil. Há uma ilha de comida onde você pode se servir do que quiser, quantas vezes quiser.
  • All you can eat = restaurantes onde você pode comer à vontade. Os buffets costumam ser “all you can eat”.
  • Table service = restaurante a la carte.
  • Quick service ou counter service = restaurante no “estilo fast food”, ou com o “serviço” no balcão
  • Waiter/Waitress = garçom/garçonete.

 

> CHEGUEI NO RESTAURANTE, E AGORA? Basta esperar o atendente na porta (atenção às filas!), dizer “Table for two (or 3, 4, 5, 6..), please” e esperar ser chamado e guiado até a mesa.

 

O PEDIDO

Pode começar assim: “I would like to order a….” (Gostaria de pedir…) OU ASSIM: What do you recommend? (O que você recomenda?)

VOCABULARY (Alguns dos itens tradicionais e essenciais sobre alimentação)

 

  • Appetizer = entrada, petisco, aperitivo.
  • Entrée = apesar de não parecer pelo jeito de escrever, é o prato principal.
  • Dips = Molhos (cheddar, guacamole, cheese, etc.)
  • Dessert = sobremesa.
  • Burgers = hambúrguer
  • Chicken = frango.
  • Lamb = carneiro
  • Deer = veado
  • Turkey = Peru! Não deixe de provar uma deliciosa Turkey Leg em um dia de descontração!
  • Fish = peixe. (There are several kinds of fish: Tuna = atum; salmon; Cod = bacalhau; bass = robalo; catfish = bagre; trout = truta)
  • Shrimp/prawn = camarão.
  • Seafood = frutos do mar.
  • Barbecue = Churrasco
  • Ribs on the Barbie = Costelinha com molho barbecue.
  • Beef = carne bovina.
  • Pork = carne suína.
  • Meatloaf = Bolo de carne moida tradicional
  • French fries/ chips = batatinha frita.
  • Fish’n’ chips = Tradicional prato inglês, batatinha frita com peixe frito.
  • Mac’n’Cheese = Um prato americano tradicionalíssimo: macarrão com queijo
  • Mashed potatoes = purê de batatas.
  • Apple pie = Torta de maçã
  • Garlic = alho.
  • Onion = cebola.
  • Soda = refrigerante.
  • Juice = suco. “Orange Juice” é suco de laranja, “apple Juice” é suco de maçã. Estes são os mais comuns.
  • Water = água. Esta pode ser still (sem gás) ou sparkling  (com gás).
  • Tap Water = água da pia, que nos restaurantes é potável e é de graça.

FOR MEAT LOVERS:

Ponto da carne em inglês. When you order a plate with red meat, the waiter will probably ask you: “how would you like it done/cooked?“, which means:  “qual é o ponto da carne?“. Your answer can be:

  • Well done = bem passada.
  • Medium well = ponto pra mais.
  • Medium = ao ponto.
  • Rare = mal passada.
  • Extra rare = super mal passada.

*o “ao ponto” da maioria dos restaurantes dos EUA equivale ao mal passado do brasileiro.

SE VOCÊ TEM RESTRIÇÕES ALIMENTARES, NÃO DEIXE DE CONFERIR ESTAS PALAVRAS…

  • Gluten free (wheat) = sem glúten. (trigo)
  • Nut = noz 
  • Peanut = amendoim
  • Lactose  (milk) = lactose  (leite)
  • Eggs = ovos
  • Soy = Soja
  • Seafood = frutos do mar
  • Shellfish= Marisco
  • Crustacean (shrimp, crab, lobster) = Crustáceo (camarão, caranguejo, lagosta)
  • Mollusks (mussels, oysters and scallops) = Moluscos (mexilhões, ostras e vieiras)
  • Vegan = Vegano
  • Vegetarian = Vegetariano
  • Pork = Porco
  • Poultry = Aves

 

Pronto!! Viajar já ficou mais fácil imprimindo esses lembretes! Agora, para praticar tudo isso e mais, com professores fluentes e especializados, só mandar um e-mail pra gente! tali@taliandfriends.com.br

 

HAVE A GREAT DAY!

 

 

WE ASKED OUR TEACHERS!!!

Quem já conhece a Tali and Friends sabe que somos uma escola com visão construtivista, focada no desenvolvimento do aluno de maneira personalizada e com ensino lúdico. 

Mas você também sabia que nós contamos com os melhores profissionais do mercado, resultado de seleção criteriosa e de altos investimentos tanto em valorização apropriada quanto em treinamentos?

 

Toda a atenção e carinho com os alunos e teachers são nosso maior diferencial e garantem os excelentes resultados que temos vivenciado com nossos alunos. Recebemos constantes feedbacks positivos e indicações de alunos e responsáveis, o que nos deixa muuuito felizes

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Resolvemos então fazer aos professores três perguntinhas:

Como você apresentaria nossa escola àqueles que não a conhecem ainda?

Como você explicaria nossa metodologia principal [Construtivismo]?

O que você ama ensinar aos nossos alunos?

 

As respostas são um encanto! Vamos compartilhar algumas com vocês:

  1. Como você apresentaria nossa escola àqueles que não a conhecem ainda?

 

“Uma Escola de Inglês focada principalmente no ensino infantil, com professores especializados que são capazes de ensinar a todas as faixas etárias”

 

“Uma escola de inglês focada na aprendizagem individual […] Trabalhamos apenas com os melhores professores certificados. Mais do que simplesmente ensinar inglês, nossa missão é orientar as crianças para um novo mundo de descobertas em cada classe. ”

 

“Uma escola de inglês focada em ensinar principalmente crianças (embora também ensine adolescentes e adultos) usando uma abordagem moderna e natural […] Uma vez que não é uma franquia, proporciona aos seus alunos uma atenção especial, em pequenos grupos ou aulas individuais, o que permite que o professor seja mais atento às conquistas pessoais e aos obstáculos de aprendizagem.”

 

  1. Como você explicaria nossa principal metodologia [Construtivista]?

 

“Eu definiria o Construtivismo como a maneira mais apropriada de lidar com as crianças, não só durante o ensino, mas também diariamente. Ele permite às pessoas manter o foco principal e as crianças em constante movimento, usando o que temos aqui e agora, guiando-os passo a passo com amor, paciência, criatividade e muita diversão.”

 

“Uma metodologia principalmente definida como “natural” e “fluida”: tem um alvo, mas também respeita os interesses pessoais do aluno, o ritmo de aprendizagem, as dúvidas e as conquistas. […] o aluno não sente que a aula de inglês é um item obrigatório em sua agenda, mas um momento divertido para aprender outro idioma […]

 

“Nossa metodologia baseia-se no respeito mútuo e confiança, responsabilidade, dedicação, honestidade e também desafio, para que os alunos possam caminhar com seus próprios pés. A escola sempre leva em consideração as características de cada aluno, suas individualidades e dificuldades. O combustível usado é amor e bondade.”

 

O que você ama ensinar aos nossos alunos?

 

“Adoro ensinar sobre arte, diferentes culturas e música”

 

Gosto de convencer meus alunos e pessoas que me rodeiam de que otimismo e bondade são chaves para uma vida melhor e um mundo melhor.”

 

“Eu acho muito divertido ensinar letras de música e gosto de ensinar histórias americanas clássicas e cultura americana”

 

 

Quer enviar sua pergunta a um de nossos especialistas? Basta entrar em contato através dos canais abaixo:

atendimento@taliandfriends.com.br OR +55 11 9 8559 – 7271

 

 

Self-Empathy when learning a new Language

Aprender um novo idioma é mais simples do que parece, mas requer esforço, dedicação e perseverança.

Muitas pessoas sentem-se frustradas por acreditarem que não vão conseguir aprender ou por estarem aprendendo “mais devagar do que gostariam”. Dependendo de como estas sensações são percebidas e enfrentadas, o aluno pode sair prejudicado a curto prazo (manifestando-se em “bloqueios de conteúdos”), e a longo prazo (os famosos “traumas”)

Autocrítica, autoavaliação e um pouquinho de perfeccionismo realmente não fazem mal à ninguém, porém devemos tomar cuidado com os excessos e lembrar de sermos empáticos conosco, tornando o aprendizado uma fonte de prazer e não de tortura.

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Maneiras de ser empático consigo mesmo para melhorar seu desempenho:

  1. Acredite de verdade: é normal ouvir algo e esquecer 2 segundos depois; Há palavras que a gente simplesmente não guarda! Dê risada da situação e trabalhe métodos de memorização até cada palavra ser fixada.
  2. Dê atenção ao que tem facilidade! Nossa tendência é focar todos os esforços em pontos que temos dificuldades, enquanto deveríamos estar justamente fazendo o contrário. Ao partir de algo que já sabe, o aluno tende a sentir-se mais confortável para explorar novos conhecimentos.
  3. Entenda: ninguém aprende sem esforço e repetição, mas não é necessário tornar do estudo uma tortura. Encontre formas de praticar com atividades que goste, organize sua rotina para que estudar inglês seja uma constância confortável e diária. Se você pegar o livro, um dia na semana, para fazer duas horas de exercícios, há altas chances de se aborrecer, ao passo de que, estudando aos poucos e com frequência, poderá revisar, fixar e explorar melhor cada conteúdo de maneira agradável.
  4. Lembre-se: Sotaques são marcas individuais, que indicam bravura para conosco e gentileza para com o próximo. Não se sinta na obrigação de falar “igual a um nativo”. Muito menos preocupe-se quando estiver conversando com pessoas de outros países, com língua inglesa materna.

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E as crianças?

Da mesma forma, devemos trabalhar seu amor próprio e para com o próximo. É OK errar, não tem problema. Tudo bem não saber. O mundo não vai acabar se você perder a atenção e errar uma besteira na prova. Devemos trabalhar para desenvolver seu empenho, a doçura, o respeito, a curiosidade, a autoconfiança, a concentração, o senso de colaboração.

E quando um item ou todos esses faltarem, nós, adultos responsáveis, respiramos fundo e mostramos que mesmo assim, está tudo bem, a gente só precisa continuar se esforçando que vai chegar lá.

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Boa sorte e contem conosco nesta caminhada!

 

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Compreendendo o Universo infantil

 

 

Mensagem da Teacher Tali

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Pais, professores e cuidadores são figuras essenciais no processo de desenvolvimento de autonomia da criança e do adolescente.

É importante respeitar a liberdade que aos poucos os pequenos vão adquirindo e entender que os jovens são capazes de ir e pensar muito além do que imaginamos: o conhecido (e incerto) amadurecimento.

Quanto mais próximo o contato com outro ser humano, maior sua influência. E podemos dizer que os pais, em primeiro lugar, seguidos pelos cuidadores e professores, são os principais influenciadores deste processo.

Aos Teachers, cabe a tarefa de, além de ensinar, incitar a capacidade de raciocínio e interesse pelo aprendizado. Os cuidadores,  têm a doce tarefa de ensinar pelo exemplo, pelos erros e acertos do dia a dia.

Aos pais, também cuidadores e educadores constantes, a maior responsabilidade ainda lhes é atribuída: a de saber permitir. É dos pais a palavra final e tudo advém deste princípio.

Algumas vezes, no intuito de proteger, dizemos ‘não’ quando devemos dizer ‘sim’; por outras, atendemos a pedidos que normalmente não faríamos, pelo simples cansaço ou para ver um sorriso; dormimos quando devemos nos manter acordados e servimos refrigerante escondido. A criança vai com a camiseta suja para a escola, sapatos por desamarrar, ou esquece algum material…. E tudo isso é ok. Não tem problema, acontece às vezes.

O que não pode faltar é o beijo de tchau todo dia, a refeição em família  ou o sofrimento em conjunto durante meses por não saber se a criança vai passar de ano, enquanto estudam e às vezes até discutem, e tudo ao mesmo tempo. É o exemplo, a constância, o carinho e o dia a dia que constróem um ser humano. Não é tão fácil lembrar “daquele dia” da nossa infância… Mas em alguns segundos podemos lembrar “daquelas tardes” ou “daqueles jogos”.

Reafirmar uma rotina saudável é mais importante do que ir bem na escola ou qualquer outra coisa. Todo dia é uma nova chance.

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Ao terminar de ler este texto, gostaria que você, pai ou mãe, fizesse a seguinte reflexão: Que rotinas saudáveis mantenho com meus filhos atualmente? Posso dizer que há algo saudável acontecendo diariamente em nossas vidas?

Se não consegue encontrar a resposta para estas duas perguntas, que tal instituir uma rotina de “beijo de tchau” ou uma refeição em conjunto, para começar? Conta pra gente como foi! E, se surgirem dúvidas, estamos de corações abertos para ajudar! 🙂

Ah, e por último mas não menos importante: HAPPY FATHERS DAY!!!

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Aulas divertidas e um aprendizado rápido e efetivo. É possível?

Já parou pra pensar em quanto do tempo de uma aula em grupo é, de fato, aproveitado para o aprendizado?

Com foco nas necessidades de cada aluno, sabemos que é possível se comunicar com facilidade logo nos primeiros meses de curso.

Entenda o cenário:

Se um professor gastar cerca de 5 minutos corrigindo tarefas individualmente, esta atividade levaria 40 minutos em uma sala om 8 alunos.

A correção precisa ser feita rapidamente ou em grupo, desperdiçando valiosa oportunidade de o professor ensinar de maneira apropriada.

Se cada aluno gasta um minuto formulando uma resposta durante uma conversa, esse tempo deve ser sempre multiplicado pelo número de alunos e também adicionado a ele o tempo que o professor gastaria com possíveis explicações que nem todos precisam. 

Em grupo, o professor explica o conteúdo considerando o nível médio da turma, o que torna o tópico mais fácil -ou muito mais difícil- para alguns alunos. Um tópico que poderia ser praticado em 50 minutos individualmente, pode levar meses em grupo.

Uma conversa entre 2 ou 3 pessoas tende a manter todas concentradas o tempo todo. Os partipantes precisam participar ativamente, já que toda a atenção está voltada a eles.

Em um grupo maior, os alunos desconcentram-se com conversar, perdem-se em dúvidas e não têm a mesma oportunidade de praticar.

Pode-se facilmente concluir que o tempo de prática necessário para atingir a fluência está diretamente ligado à forma que você administra esse tempo. Como uma escola de inglês que preza pela habilidade de comunicação alinhada a uma economia justa e vantajosa a todos os envolvidos, trabalhamos apenas com aulas individuais ou turmas de até 4 alunos. Assim, garantindo que todos participam adequadamente e aprendam de maneira rápida e divertida.

Temos vasta experiência ministrando aulas particulares para crianças e adolescentes.  Através de professores muito bem treinados, material de excelente qualidade alinhados à  metodologia Construtivista e de atividades incríveis, garantimos levar muita diversão e conhecimento até a sua casa.

Entre em contato e agende uma entrevista e teste de nível individual, para montarmos um plano de estudos personalizado!

Traveling to the USA!

HELLO THERE! Hoje a conversa é com quem vai para os Estados Unidos pela primeira vez, ou com quem precisa relembrar alguns detalhes  antes da viagem. 😛 

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Preparamos um guia para ajudá-lo(a) a viajar e voltar para casa com confiança, com segurança e sem contratempos!!

*Para conhecer a pronúncia das palavras, indico o nosso amigo “Google Translator” ou, melhor ainda, o site Linguee, ok?

LET’S START!

Algumas palavras importantes:     

confirmation number – É o número de confirmação personalizado que dão a você quando compra a passagem

check-in counter – guiche de check-inResultado de imagem para at the airport clipart

boarding pass – cartão de embarque

departure gate – portão de embarque

carry-on luggage – as malas menores que embarcam com você

 

excess baggage/overweight – excesso de bagagemResultado de imagem para plane clipart

window or isle seat – assento janela ou corredor do avião

delay – atraso

departure – partida

flight – vôo

flight attendant – comissário(a) de bordo

gate – portão

non-stop – sem escala

ticket – passagem

airline counter – balcão da linha aérea

 

AT THE ARRIVAL (Chegada)

baggage claim area – local onde retirará suas malas; baggage carousel, aquela esteira que fica girando as malas

customs – alfandega

immigration – imigração

immigration officers – fiscais da imigração

 

STEPS

1 – PASS THROUGH IMMIGRATION (essa parte dá um frio na barriga de todo mundo, mas não é nada demais! Detalhamos o processo mais abaixo)Resultado de imagem para AT THE AIRPORT clipart

2 – PICK UP YOUR BAGS (Baggage Claim Area)

3 – GO THROUGH CUSTOMS – Passar pela alfândega

 

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Where is the luggage from Brazil’s flight? / Where’s the Baggage Claim area? – Onde está a bagagem do voo do Brasil?

My luggage has not arrived – Minha mala não chegou

Where can I take a cab? – Onde posso pegar um táxi?

 

IMMIGRATION AND CUSTOMS – Perguntas mais frequentes e algumas dicas:

Q: Can I/Could I/ May I see your passport (and forms) , please? Posso ver seu passaporte – e formulário, por favor?

A: Here it is. – Aqui está.) / Here they are. – Aqui estãoResultado de imagem para customs clipart

2)  Q: How long are you staying? / How long will you be staying? / How long are you planning to stay? – Por quanto tempo você ficará nos EUA? Por quanto tempo você pretende ficar?

A: I’m staying for… I’ll be staying for…

3) Q: Where are you coming from? / What is your country of residence? – De onde você vem? Qual o seu país natal?

A: I’m from Brazil. / I’m coming from Brazil.  

4) Q: What’s the purpose of your visit? / Why are you visiting the States? – Qual o propósito da sua viagem? Por que você está visitando os EUA?

A: I’m here on business. – Estou a trabalho. / I’m here on vacation. – Estou aqui em férias

5) -Q: Where will you be staying? Onde você vai ficar/ se hospedar?

A: I’ll be staying at a hotel/ friend’s house at [ENDEREÇO]. -Ficarei em um hotel/ na casa de um amigo.)

6) – What is the country/city of your final destination? -Qual país/cidade será seu destino final?)

– It’s Brazil

7) – What do you do back home? O que você faz? / What’s your job? – Qual é seu trabalho?

-I work with marketing

8) – Have you been to the USA before? – Você já veio aos EUA antes?

–  Yes, on businness/ on vacation. – Sim, de férias/ a negócios

9) Can I see your references, reservations/ tickets? Posso ver suas referências, reservas e passagens?

– Here they are. – Aqui estão

*Não se esqueça de deixar à mão o endereço de seu hotel, passagem de volta e algum telefone de referência para caso o fiscal peça.

10) Have a great staying/ Enjoy your trip! Tenha uma boa viagem!/ Aproveite sua viagem!

– Thank you! Have a great day!. – Obrigado(a)! Tenha um bom dia!

 

VOCABULÁRIO PARA A VOLTA! 

AT THE AIRPORT

Can I see your passport and ticket please? – Posso ver seu passaporte e passagem, por favor?

How many bags are you checking? – Quantas malas está levando?

Do you have any carry-on luggage? Você tem alguma bagagem de mão?

Can you place your bag on the scale? Pode colocar a bagagem na balança?

AT THE AIRPLANE

Could you put me on a window/isle seat? – Você pode me colocar na janela/corredor?

Can I take this as carry-on luggage? – Posso levar isso como bagagem de mão?

What gate number is it? – Qual é o portão?

Will there be any delay? – Vai ter algum atraso?

How much is the excess baggage charge? – Qual o valor da taxa por excesso de bagagem?

Do I need to go through customs? – Preciso passar pela alfândega?

 

I HOPE YOU ENJOY YOUR TRIP!!!!!! Caso queira marcar uma aula somente para praticar os termos de sua viagem, fale conosco através do email atendimento@taliandfriends.com.br

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Quais conteúdos você gostaria de ver no nosso blog? Fala pra gente!!!

Compreendendo o Universo infantil

Por: Dr. Carlos Alberto Rodrigues 

Desde quando a criança é concebida no ventre materno começa a conhecer o mundo através das mais variadas condições ambientais. Logo no início, especialmente quando é submetida ao parto normal, instintivamente e por ela mesma, contribui ajudando a mãe no esforço do seu nascimento. Após o nascimento, quando estimulada a se alimentar, sabe o que fazer e como fazer, mesmo que muitas das suas funções não estejam prontas, como por exemplo: a capacidade motora, funções da fala e do pensamento lógico.

O conhecimento que ela adquire no começo de sua vida, pós nascimento, é visivelmente notório.

Os pais, familiares e amigos, chamam as ações da criança de esperteza.

Entendemos dentro dessa esperteza a capacidade de observar e transformar suas observações em sensações ou sensibilidade para lidar com as coisas que gostaria de ter ou coisas que gostaria que acontecesse. Vemos, como exemplo, aos dois anos de idade, ela insistir por um tablet mesmo que não conheça suas funcionalidades.

A criança parte do ponto de vista da experiência e pela experiência adquire conhecimento, enquanto o adulto parte do ponto de vista do discurso ou da razão, por isto a maior parte das crianças vence a batalha da aquisição do que quer, pois a experiência a estimula para o desenvolvimento de estratégias sensoriais, ou seja: na prática, quando o ambiente lhe nega o que quer.

A criança, já com o conhecimento sensorial do meio, provoca desde uma carinha triste, ou uma fala insistente com argumentos variados até uma reação de vômito, pois ela sabe instintivamente que estes comportamentos deixam seus pais preocupados ou envergonhados, principalmente quando estão em público.

O aprendizado sobre si e sobre o outro lhe é inerente, pois ela está na órbita da sensibilidade, que dificilmente será traduzida por palavras mas sim por ações práticas. É por isso que o adulto muitas vezes é controlado pela criança e não o contrário, como deveria ser.

A criança desde cedo tem a capacidade de lutar pelo que quer, é insistente, mesmo não sabendo construir uma fala ainda. Cabe aos pais interferir no processo de aprendizagem, colocando limites quando necessário o que dará, à criança, futuramente, autonomia e discernimento sobre suas ações.

A criança quer ser livre… quer aprender.

Já ouvimos dizer pelo Içami Tiba: “Quem ama educa.”

Faz parte do aprendizado dela, ser educada para o convívio com os outros e ser educada para SER alguém que sabe o que quer.

O fato da criança ter tudo, não a faz livre e feliz, muito pelo contrário, a aprisiona em si mesma, desenvolvendo ansiedade, arrogância, intolerância a frustrações (pois não vivemos no mundo dos “sim”), insegurança e falta de criatividade. Tudo isso porque o mundo fica muito fácil dessa maneira e ela não precisa lutar por nada, o que pode inibir sua capacidade de escolha, exercício fundamental da liberdade. Lembremos aqui do trabalho em equipe com sua mãe que a criança desenvolveu ao nascer, especialmente em parto normal, se foi nesse momento capaz de participar, deste grande evento, com seus próprios meios, então, ela pode muito mais.

Mesmo que a criança queira   ser o seu próprio mestre é necessário que ela desenvolva a capacidade de ser aluna, para que adquira a capacidade de ouvir. Treinar a capacidade de ouvir é dinamizar a comunicação, pois a força da comunicação está no ouvir e não no falar, pois uma audição mal interpretada pode gerar uma fala injusta.

Cabe aos pais perceberem o quanto a criança se esforça para compreender o mundo adulto, se esforça tanto que às vezes o imita e faz tudo para agradar, principalmente quando se sente ameaçada. Isto demonstra que a criança traz para o “simbólico” aquilo que não sabe ainda como manifestar. Por isto que muitas vezes ela pede aos pais, para que lhe deem limites e  lhe chamem atenção quando necessário. Ela não sabe dizer isto claramente, mas atua através de comportamentos de birra, manha, xixi na cama e outras atuações simbólicas. É a linguagem dela.

 

Muitas e muitas questões nos colocam à prova e nos obrigam, no mínimo, a compreender um pouco mais o mundo infantil, o qual se apresenta inicialmente simples, porém, complexo em suas manifestações e traduções.

Nesse momento, cabe aos educadores e aos pais, uma reflexão sobre essa realidade, pedindo auxílio quando for o caso, sendo flexíveis para abandonarem velhas estratégias e conciliando-se com uma nova visão de conceitos, princípios, valores e crenças.

Muitas vezes, a própria criança está nos convidando para um mundo novo. Com isso, essa dinâmica de relacionamento pode acontecer com discernimento, estabelecendo limites, regras e, ao mesmo tempo, um mútuo conhecimento, sem rótulos ou enquadramentos, por isso é fundamental que percebamos os fundamentos da palavra relacionamento.

Relacionar, significa refazer laços, sendo que laço é um nó que se desata facilmente, isto significa que Relacionar é aprender sobre o outro, e todo aprendizado é um crescer constante, pois quando o laço é refeito jamais será o mesmo laço, pois a criança cresce com os valores que adquiriu dos conhecimentos escolares e  dos conhecimentos de casa, gerando filhos para um novo refazer  de laços, para um novo aprendizado. Pai e mãe são escultores de novas vidas.

INVESTIMOS NOS MELHORES PROFISSIONAIS DO MERCADO PARA GARANTIR O MELHOR ENSINO AO SEU FILHO.

Nós sabemos que você busca o melhor para seus filhos e entendemos que a única forma de fornecer as melhores aulas, é trabalhando com os melhores profissionais.

Nossa seleção é criteriosa e nos orgulhamos de contar com teachers fluentes em inglês, apaixonados por brincadeiras, completamente aptos a ensinar não só o idioma proposto, mas também a ajudar a criança e o adolescente a desenvolver sua autonomia e senso crítico de maneira justa e responsável. 

Investimos constantemente em treinamentos, oficinas, workshops e no melhor salário da categoria.

Por isso, podemos garantir que nossos alunos aprendem de verdade enquanto se divertem, envolvidos por professores felizes, motivados e capacitados.

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A importancia do brincar

Hoje vim falar de um tema recorrente, que já estamos quase cansados de ler e ouvir, mas ainda assim, muitas vezes nos esquecemos ou “escorregamos”:

O TEMPO DE BRINCAR

Não estou falando da aula de vôlei que a criança adora, da aula de desenho que ela se sente feliz em ir, dos muitos programas de fim de semana, sempre tão empolgantes nem de aulas lúdicas, artísticas e divertidas. Elas são sim importantes para o desenvolvimento da autonomia e autoconfiança, além de fazer maravilhas no que se refere ao aprendizado, mas…

Sabe aquelas horas seguidas de desocupação em casa, “sem ter nada pra fazer”? Aquele delicioso momento em que os adultos ficam batendo papo no restaurante e a “primaiada” pode passear pelo salão, olhando os quadros e contando histórias? Aquela tarde que a avó fica de babá, atendendo aos desejos dos netos? Pois é, são os momentos que “deixamos pra depois”, para quando “der tempo”.

Nossas crianças e nosso mundo precisam de mais leveza, doçura e mentes fervilhantes que florescem e se sobressaem quando menos esperamos. 🙂
Através de jogos e brincadeiras criadas por ela mesmas, a criança passa a entender cada vez melhor o mundo e as interações à sua volta, suas regras e também os próprios limites.
Brincando, as crianças exercitam e desenvolvem habilidades motoras e de comunicação e aprendem importantes princípios, como o compartilhar, a cooperação, a liderança, a competição e podem nalisar na prática suas vantagens e desvantagens.
A criança se expressa, trabalha e descobre seus próprios sentimentos enquanto envolvida nas brincadeiras, em um ambiente seguro.
Nossa proposta é: Que tal experimentar, nos próximos meses, transformar a brincadeira livre em parte da rotina do seu filho e da família? Separe um dia da semana em que a única atividade é a escola; tire um domingo do mês para não saírem de casa; evite delimitar horários e mais que duas atividades no fim de semana; desliguem aparelhos eletrônicos na hora do jantar e aproveitem até a sobremesa; aceite a bagunça no quarto até o momento de terminar a brincadeira e tornem todo o ambiente em casa confortável para expressar opiniões de maneira gentil e ser LIVRE!

Bullying

Bullying é o termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder. O bullying é um problema mundial, que muitas vezes deixa sequelas psicológicas na pessoa atingida.

Frequentemente, a vítima evita demonstrar o que está acontecendo, mas mudanças de comportamento, como não querer ir à escola (por motivos diretos, do tipo “não quero mesmo”, ou por dores de cabeça, dor de barriga e outros problemas frequentes), isolamento dos amigos, notas baixas, ataques de fúria ou choro repentinos, desvalorizar-se com frequência, referindo-se a si mesmo como inferior e duvidando de sua capacidade para realizar tarefas, alterações na rotina de sono e alimentação e sinais mais aparentes como roupas e materiais rasgados, arranhões e roxos indicam que pode haver um problema.

E esse tal de cyber bullying? É  prática que envolve o uso de tecnologias (como Facebook, Whatsapp, blogs)
para dar apoio a comportamentos hostis. 

⇒ Não existe uma receita certa para lidar com a situação, mas de acordo com Carlos Alberto Rodrigues, psicopedagogo responsável na Tali & Friends, os passos abaixo são fundamentais. Reforçamos que caso a situação se agrave, é necessária a intervenção de um psicólogo;

 
– Empodere e eduque as crianças para lidar corretamente com o bullying: ensine-os a reconhecê-lo (chingamentos, brincadeiras, imagens que causam desconforto) e mostre que é possível ser educado e firme ao mesmo tempo, demonstrando que algo nos incomoda e nos afastar, sem brigar ou “fugir” da situação; deixe-os confiantes para pedir ajuda a um adulto quando necessário e, ao mesmo tempo, encorage-os a prestar atenção e ajudar se alguém estiver passando por isso. É muito importante saber que não é necessário devolver na mesma moeda e que não há problema algum em pedir ajuda quando a situação incomoda.
 
– Incentive a criança a compartilhar o que está acontecendo através de conversas descontraídas e pergunte diretamente, caso haja desconfiança. Antes de falar com qualquer pessoa, confirme a situação com a criança, de maneira gentil.
 
– Quando a criança ou adolescente se abrir, evite dizer para ele/ela “não ligar” ou “esperar que passa”. Na verdade, ser constrangido por pessoas que gostamos é uma sensação péssima e não devemos menosprezar isso. Muito pelo contrário: Diga que entende, que é muito ruim mesmo; ao mesmo tempo, seja realista, prático e parta para a parte de encontrar soluções. Seria falar com o coordenador abertamente? Uma boa conversa com os amigos? Consultar um psicólogo? Fingir que não dá bola por um tempo? (Quanto tempo?) Mudar de escola, em último caso? Pesem os prós e os contras, lembrando que é sempre preferível compartilhar a situação com a escola, já que todos estarão aprendendo.
 

É nosso compromisso contribuir com uma sociedade mais justa e gentil, portanto, caso conheça alguém ou esteja enfrentando um problema similar, fale conosco e ficaremos felizes em ajudar! 🙂 atendimento@taliandfriends.com.br

Kids learn for the future. Adults learn for the present.

As crianças aprendem para o futuro. Adultos aprendem para o presente.

Nossos Teachers sempre planejam a aula cada aula e plano de aulas com um objetivo final em mente. Esse objetivo pode ser definido entre aluno e professor

É importante criar objetivos claros e estabelecer formas de mensurá-lo, de acordo com o objetivo proposto. Os testes escritos são a forma tradicional e mais conhecida, mas há desafios muito mais interessantes e criativos para verificar o aprendizado, como jogos, apresentações, teatro…

Cada aula deve apresentar conteúdo relevante e objetivo, contextualizado como ambiente do aluno. Novos tópicos devem ser apresentados gradualmente e revisados com frequência, levando em conta conhecimentos anteriores, a fim de expandi-los através da dúvida e experimentação.

O ensino há tempos deixou de ser passivo, e aqui na Tali & Friends acreditamos piamente nisso! O aluno é visto como principal figura ativa no aprendizado, e por isso deve ser sempre estimulado a querer aprender e a compartilhar novas soluções e opiniões, de acordo com o tema proposto. Para isso, é importante que as aulas sejam interativas, divertidas e apresentem situações que poderão ser transportadas para a vida real, agregando valor à atividade perante o aprendiz.
Criar situações úteis e relevantes, focar em habilidades práticas, dar opções ao aluno, facilitar a busca por novas informações, definir objetivos juntamente com o aluno, individualizar e personalizar o ensino conforme os objetivos do aluno, simular situações de trabalho e escola, acomodar agendas apertadas, sempre apresentar novos benefícios e trabalhar para que a experiência dos alunos seja sempre incrível são algumas de nossas maiores preocupações!

 

 

Exercícios para melhorar a pronúncia

As crianças geralmente não enfrentam o menor problema com isso, mas os adultos… A dificuldade acontece porque, como todo músculo do corpo, a língua também precisa ser exercitada para que possa produzir certos sons com facilidade e naturalidade. Peça para um norteamericano falar “João”, e você verá que ele tem a mesma dificuldade que você tem para falar “Thrill”.

Não tem segredo; ninguém chega na academia querendo levantar um peso de 300kg de uma vez, assim como não dá pra se imaginar acordando, num belo dia, pronunciando cada palavra com perfeição. Mais do que somente ouvir, precisamos falar, gritar, cantar, ler em voz alta, se expressar, praticar, praticar, praticar… E um dia, quando a gente vê, aí sim a “mágica” aconteceu!

Uma das tarefas de nossos professores é ajudar e guiar o aluno a tornar esta prática mais objetiva e funcional, através de exercícios e textos específicos.

Vamos compartilhar algumas dicas com vocês aqui:

  1. Ouça músicas, prestando atenção na letra e tentando entender o significado d algumas palavras para repetí-las igualzinho ao cantor.
  2. Assista a palestras, TEDs, Youtubers e repita pequenos trechos ou frases. Vale interpretar e gravar também, pra ficar mais divertido!
  3. Faça os sons de “TH” como se estivesse com a língua presa e diga as palavras a seguir: “sopa de massinha amassada”  e depois: “Zona de ziguezague nas casas azuis”
  4. Não tente dominar a pronúncia de palavras isoladas, veja a frase como um todo. Pratique da seguinte forma: escolha uma sentença e leia-a com diferentes Entonações, mudando a vírgula de lugar. Exemplo: I don’t work tomorrow. I, [pause] don’t work tomorrow. I don’t, work tomorrow. I don’t work, tomorrow.
  5. Reforce a voz e pronuncie todos os “n”, “m”, “l” e “y” no final das palavras: froM, iN, reallY, alL

 

Gostaram? Deu certo? 🙂 Contem para a gente depois de praticar um pouquinho!

Andragogia

Andragogia – do grego: andros – adulto e gogos – educar

Andragogia é a arte ou ciência de orientar adultos a aprender, segundo a definição de Malcolm Knowles, na década de 1970. O termo remete a um conceito de educação voltada para o adulto, em contraposição à pedagogia, que se refere à educação de crianças (do grego paidós, criança).

Para muitos educadores e instituições renomadas, a Andragogia é um conceito amplo de educação do ser humano, em qualquer idade. Aqui na Tali & Friends, acreditamos que a maioria dos conceitos realmente pode ser utilizado com crianças e adolescentes, respeitando os contextos intelectuais e sociais, naturalmente.

O aprendizado seguindo este filosofia deve ser factível e aplicável; o aluno busca desafios e soluções de problemas, que farão diferenças em suas vidas. Com um currículo estabelecido de acordo com a necessidade de cada aluno, os mesmos estarão preparados para o novo conhecimento ao enfrentar, problemas similares aos de sua vida pessoal e profissional. Para isso, é preciso que haja o estímulo de situações interativas, como discussões, debates, atividades em grupo, cases e até jogos, em moderação e com seu objetivo prático esclarecido.

O clima deve ser acolhedor, respeitoso e seguro durante todo o treinamento, evitando intimidações e constrangimentos. O compartilhamento da experiência de dois adultos transforma o conhecimento em uma ação recíproca e o professor passa a ser visto como um facilitador do aprendizado, não sendo a única figura a transmitir o conhecimento.
Por fim, os aprendizes devem ter a oportunidade de praticar os novos conhecimentos e de refletir sobre sua prática, analisar e avaliar seu próprio desempenho, junto com o Teacher. Feedbacks regulares e a interação multimeios entre aluno e professor são essenciais para a melhor qualidade da aprendizagem.

Conversando com as crianças

Como se comunicar de verdade com crianças e teens? A atitude mais importante, a princípio, é respeitá-los como o que são: seres pensantes que estão, aos poucos, descobrindo o mundo ao redor, sua própria identidade, opiniões e formas de reagir perante os outros. Devemos compartilhar experiências e ajudá-los a encontrar a solução para seus próprios problemas, sempre com paciência e responsabilidade. Para fazer isso, é essencial ouvir o que acontece através da própria criança, considerando os assuntos  mais relevantes e sua visão sobre eles. Muitas vezes, porém, esta pode ser a parte mais difícil; os pequenos nem sempre sabem expressar com palavras e/ou com clareza o que sentem, enquanto os jovens preferem evitar demonstrar suas inseguranças.

Conversamos com o Psicopedagogo Dr. Carlos Alberto Rodrigues, responsável por nossos kids & teens, e separamos algumas dicas de perguntas que vão te ajudar a aproximar-se do universo deles; todos os dias varie, adapte e faça novas perguntas conforme o interesse da criança! =)

Os melhores momentos para fazê-las, em família, são durante as refeições, durante o family time, na volta da escola ou quando os responsáveis chegam do trabalho.
Se você é Teacher ou educador, a sugestão é iniciar as aulas somente após realizar e responder a algumas destas perguntas, para que o aluno adquira confiança e concentração para começar!

Kids:

Você ajudou alguém hoje?
O que você aprendeu de novo na escola?
Com quem você brincou no recreio hoje?
E com quem você nunca brincou até hoje?
O que você mais gostou de comer na escola?
Qual parte do seu dia você mais gostou?
Do que você mais gosta de brincar em casa/na escola/ com o Pedrinho?

Teens:

Houve alguma surpresa ou boa notícia hoje? 
Você ficou bravo em alguma parte do seu dia? 
O que você aprendeu de interessante na escola hoje? 
Você conheceu alguém novo hoje?
Qual foi o momento mais engraçado do seu dia? 
Conseguiu fazer tudo o que tinha planejado para hoje? 
Quem você gostaria de conhecer melhor da sua turma?

E se eles não quiserem responder, responderem “monossilabicamente”? Como sempre dizemos: “It’s ok.”. Crianças são imprevisíveis e precisam ter seu espaço. Antes de insistir ou desistir, experimente iniciar uma conversa em um momento diferente, como na espera do consultório do pediatra, no caminho para o clube ou antes de dormir. 😉 Good luck! 

Ao invés de ligar a TV e o vídeo-game, que tal jogar xadrez? 

Confira alguns benefícios deste jogo tão estimulante, e mais abaixo, uma versão adaptada para crianças a partir dos 5 anos e adultos de todas as idades!

1. Estimula o raciocínio lógico e capacidade de planejamento;

2. Trabalha a concentração

3. Pratica a paciência;

4. Ajuda a desenvolver a tomada de decisões e autoconfiança;

5. Estimula a criatividade e a versatilidade

Além do CHESS GAME tradicional, os alunos adoram o HALLOWEEN CHESS, em que o objetivo é comer o mínimo de peças possíveis do adversário. Ganha quem ficar sem peças primeiro, e a única regra é que, quando há a possibilidade de comer uma peça, o jogador deve fazê-lo obrigatoriamente.

Vocabulary:

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Pawn
Imagem relacionada
Rook
Resultado de imagem para cavalo de xadrez clipartKnight
Imagem relacionadaBishop
Resultado de imagem para rainha de xadrez clipart
Queen
Resultado de imagem para rei de xadrez clipart
King
 –> Checkmate

Make your own slime! (amoeba)

Os Teachers da Tali & Friends estão sempre procurando novas atividades intrigantes e divertidas para fazer com as kids and teens!

Vamos compartilhar uma das experiências favoritas com vocês! Aquela geleca que quase não gruda em nada =P

É super fácil de fazer e você só vai precisar de 3 ingredientes que encontrará na farmácia e papelaria do seu bairro, se já não tiver em casa!

Let’s start?

HOW TO MAKE SLIME:

You will need:

– Agua boricada (just a small quantity)
– Bicarbonato de sódio (just a little bit)
– Cola liquida colorida ou transparente (regular, your favorite color; 1 tube)

Misture the boric water com um pouquinho of sodium carbonate: vá adicionando pouco a pouco, até parar de sair bolhinhas.

Adicione beeem pouquinho desse líquido to the glue em um recipiente (devagar e pouco, se colocar muito, sua slime ficará too rubbery) e mexa bastante. Quanto mais você mexer, mais se parece com a geleca! >> The more you mix, the more it looks like slime! =)

EXTRA TIPS:

Não use um tubo inteiro de cola de uma vez e use no máximo “uma tampinha” da mistura de bicarbonato e água boricada para cada tubo. Talvez você não acerte na primeira tentativa, então será ótimo ter mais material.

Para conservá-la por mais tempo, mantenha-a em um pode bem fechado!

NÃO SE ESQUEÇA DE QUE SUA SLIME NÃO É COMESTÍVEL!

HAVE FUN!

Como você se comunica com seu filho, sobrinho, neto, aluno?

É comum nos referirmos à crianças com termos similares aos abaixo, certo?

 

Ela é tão inteligente…
Você pinta tão bem!
Ele é ótimo com inglês! 
Você bom nisso! 
E nem imaginamos que estes rótulos são quase tão prejudiciais quanto os rótulos negativos (agressivo, devagar, teimoso, quieto, etc) que damos às crianças.Por quê?

Por não existir ninguém que seja o mesmo em 100% do tempo, é muito difícil manter expectativas de “ser” inteligente, responsável, bom, ou qualquer outro rótulo subjetivo, o que pode gerar insegurança na criança.
É reforçando cada atitude positiva que ela poderá desenvolver-se confortavelmente de acordo com os valores que acredita. 🙂
Devemos elogiar os passos de cada processo e não apenas o resultado em si, ajudando o jovem a explorar suas próprias habilidades com confiança, preparando-o assim para novos desafios no futuro.Você pode substituir as expressões acima por algumas destas ↓↓↓↓↓↓↓:

 1. Parabéns por não ter desistido!
2. Adorei a forma _______(justa, criativa, responsável, etc) que você resolveu esta situação!
3. Foi muito corajoso de sua parte ter ___________.
4. Fiquei orgulhoso (a) por você ter aceitado este desafio!
5. Seu esforço rendeu ótimos resultados nesta tarefa.
6. Seu/sua_________ (bom-humor, dedicação, otimismo, gentileza, etc) foi essencial para concluirmos isso!

7. Adorei seu/sua __________ (capricho, criatividade, paciência, determinação, etc.) nesta parte do trabalho.

E vocês, que elogios costumam fazer aos pequenos em casa? Conta pra gente! =)

“Nós nos perdemos nos livros, e nos encontramos lá também.”

Por que ler e contar histórias para bebês, crianças e adultos é tão importante?

Antes, acreditava que a leitura em voz alta era destinada exclusivamente
aos pequenos. Após uma deliciosa e completíssima oficina de leitura aqui na Tali & Friends, aprendemos e pudemos comprovar que a leitura compartilhada, com livros adequados, velocidade e intonação corretas, é uma ferramenta incrível para o aprendizado, entrosamento e entretenimento em qualquer idade!

A leitura estimula a criatividade e habilidade de comunicação através da exploração de vocabulário e estruturas de frases, além de despertar emoções e causar impacto, ajudando as crianças e adolescentes a identificarem e trabalharem seu próprios sentimentos. Para facilitar este processo, leia livros com as crianças; aprenda mais sobre o universo que as rodeia e busque livros com assuntos do interesse delas.

É importante lembrar e respeitar que os mais novos adoram ouvir e ler a mesma história várias vezes, enquanto os mais velhos podem preferir livros de uma determinada coleção ou tema.

Incentivar o hábito da leitura desde pequeno facilitará tanto a comunicação escrita quanto a compreensão de textos para o resto da vida, por isso reforçamos que deve ser feito de maneira confortável e coerente com a idade e interesses do leitor. Mantenha pela casa, sempre à vista e ao alcance de todos, livros e revistas interessantes. Uma boa ideia é deixar alguns livros especiais “no alto”, como um tesouro, e deixar a criança pegá-lo na idade apropriada. Ou, durante viagens e enquanto a criança espera algo (consultas médicas, os pais saírem da aula de ginástica, a perua da escola chegar), providencie livros interessantes para ela se distrair. 🙂

Recebemos frequentes dúvidas sobre o tema através de pais e responsáveis, principalmente questões relacionadas a “Quando” e “Como” introduzir a leitura; esta atividade pode e deve ser estimulada desde o primeiro dia de vida! Não há contraindicações, desde que seja um momento prazeroso para o bebê.

O passo fundamental é dar o exemplo, então leia livros de seu interesse e demonstre o prazer que sente com a atividade. Diversifique a leitura, frequentando grandes livrarias, sebos, bibliotecas, grupos de leitura e conhecendo mais sobre grupos de troca de livros online também. Em casa, interesse-se pelos livros que seus filhos e sobrinhos estão lendo, converse e faça perguntas sobre a história, relacionando-as ao dia a dia quando possível. Todos vão adorar esta interação!

Quer deixar a leitura ainda mais interessante? Faça em casa algumas dessas atividades propostas aos nossos alunos durante as aulas!

  • Festa à fantasia temática
  • Teatrinho em casa
  • Passaporte de leitura
  • Mímica
  • Livro de histórias feito à mão com final diferente
  • Atividade de culinária temática
  • Fazer os personagens de argila
  • Decoração temática (no quarto, na sala, na entrada de casa…)
  • Cabaninha de leitura

 

Gostou? Compartilhe conosco suas fotos e/ou sugestões de atividades!

(Quase) Breve explicação sobre o construtivismo

Como a palavra já indica, a metodologia busca construir o conhecimento com base naquilo que cada um já possui como bagagem, sempre expandindo para novos pontos de vista, através da tentativa e erro, dos acertos e descobertas únicas, que ajudam o aluno a desenvolver sua própria consciência.

Aos poucos noções de vocabulário, escrita, gramática, causalidade, proporção, formas, entre outras são incorporadas ao repertório da criança, estimulando sua independência e facilitando o processo de aprendizagem.

As aulas seguindo esta filosofia costumam ser mais confortáveis e lúdicas, além de desafiadoras em sua devida proporção, estimulando a vontade de aprender e a comunicação de maneira espontânea. Os conteúdos explorados são revisados com frequência, com a intenção de expandir e reafirmar o conhecimento obtido anteriormente.

Os alunos devem se sentir motivados a fazer as atividades propostas, ao invés de obrigados; por isso, participam ativamente de discussões, expondo opiniões e dúvidas, sempre de maneira respeitosa e amigável.

Ao professor, figura fundamental nesse processo, cabe planejar os temas que devem ser abordados durante o período de aprendizado, além da importante tarefa de transmitir o conteúdo adequadamente, de forma atraente e responsável. Conhecer bem cada criança é essencial para guiar e acompanhar sua evolução, fazendo intervenções da maneira correta sempre que necessário. Assim, temos a educação tecida em conjunto com aluno, professor e meio em que vivemos.

A grande preocupação dos responsáveis quanto a escolha desta metodologia vem da pressuposição de que o aluno poderia aprender mais lentamente, sem um rumo e metas definida. Pessoalmente, acredito que esta imagem se criou por conta da crescente aplicação do método por profissionais que não o conhecem integralmente ou não trabalham completamente alinhados à filosofia.

Os níveis de amadurecimento e desenvolvimento de cada aluno devem ser respeitados durante o processo de aprendizagem, mas cabe ao professor a função de apresentar adequadamente e incentivar o conhecimento de novos conceitos.  


Trabalhada da maneira correta, com um plano pedagógico bem estruturado e com profissionais plenamente competentes, vemos que esta forma de ensino tem apresentado resultados excelentes em termos de desenvoltura, desenvolvimento de independência, de conduta perante a sociedade e amplo conhecimento do idioma em curto, médio e longo prazo aos alunos do nosso curso regular.